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Fux vota contra Moro e STF mantém senador réu por calúnia contra Gilmar

Unanimidade na Primeira Turma rejeita recurso e dá continuidade à ação penal por imputação falsa de corrupção

O então ministro
O então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, cumprimenta o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, durante seminário Temas de Direito e Economia, em Brasília-DF |20.08.2019| Foto: José Cruz/Agência Brasil
RESUMO
URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


Brasília (DF) · 14 de março de 2026

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por unanimidade, nesta sexta-feira (13/mar) rejeitar o recurso do senador Sérgio Moro (União Brasil-PR) e mantê-lo réu por calúnia contra o ministro Gilmar Mendes.

O placar final foi selado pelo voto do ministro Luiz Fux, que acompanhou a relatora Cármen Lúcia e os demais integrantes da Primeira Turma — Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin.

O julgamento virtual concluiu o exame de embargos de declaração apresentados pela defesa.

A Procuradoria-Geral da República havia denunciado o senador pelo crime de calúnia após vídeo de abril de 2023 mostrar Moro, em festa junina, respondendo a comentário sobre “subornar o velho”: “Não, isso é fiança. Instituto para comprar um habeas corpus do Gilmar Mendes”.

A relatora Cármen Lúcia já havia afirmado que a denúncia atende ao Código de Processo Penal e descreve conduta criminosa com precisão.

O recurso buscava rediscutir o recebimento da denúncia, mas a turma entendeu que não havia omissão ou contradição a sanar.

Ao sugerir que um magistrado da mais alta corte do país comercializa decisões judiciais, Moro não apenas atacou a honra de Gilmar Mendes, mas desferiu um golpe na própria credibilidade da instituição que ele, por anos, afirmou defender como magistrado.
Ministra Cármen Lúcia
Cármen Lúcia
Ministra do STF

Fux, que pediu vista em outubro de 2025 e já não integra a turma, votou mesmo assim porque expirou o prazo regimental de 90 dias.

A decisão dá prosseguimento à ação penal, com proclamação do resultado e publicação do acórdão previstos em breve.

O caso remete ainda ao período da Lava Jato, operação que Moro comandou como juiz federal antes de assumir cargos políticos.

A manutenção da ação reforça o princípio de que ninguém está acima da lei, preservando a credibilidade do Judiciário e o equilíbrio institucional essencial à democracia brasileira.

A defesa de Moro argumentava tratar-se de brincadeira sem intenção caluniosa, tese rejeitada pela turma.

Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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2 comentários em “Fux vota contra Moro e STF mantém senador réu por calúnia contra Gilmar”

  1. E oquê acontece agora!?… Vamos degustar PATO ASSADO antes das eleições de outubro 2026 !????…rs…

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