Judiciário

Convocação de Bolsonaro e Heleno deixa Congresso pronto para contra-atacar após 15/03

Neste sábado (7), Bolsonaro e Heleno assumiram em público a convocação para atos no dia 15/03 em favor do presidente da República. O discurso de ambos em Roraima, durante escala para os EUA, aumentou a pressão do Congresso e o STF e, de acordo com a Coluna Painel da Folha, “agora deu!” “Agora deu” porque …

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Congresso e Judiciário estudam controlar mais autonomia de Bolsonaro, ante o chocante caso Felipe Santa Cruz

Chocados com retórica de Bolsonaro, congressistas discutem podar MPs e decretos do presidente – A ofensa disparada por Jair Bolsonaro ao presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, chocou a elite do Congresso e do Judiciário. Líderes e dirigentes de partidos dizem que os arroubos retóricos estão em escalada e pregam uma reação do Parlamento

O judiciário como linha de frente no avanço neofascista

O ativista português João Bernardo, em seu Labirintos do fascismo: na encruzilhada da ordem e da revolta, se nega a apresentar uma unidade coesa nos diversos fascismos do século XX: identifica quatro eixos, que ora colaboram, ora disputam entre si pelo poder, tendo como base social um grupo bastante heterogêneo, de grandes industriais a camponeses, passando por funcionários de colarinho branco. Na página 216 ele cita que Maurice Bardèche, “o mais sábio dos fascistas franceses, prolongou a lição de Ledesma Ramos [um dos principais ideólogos do fascismo espanhol] chamando a atenção para ‘a impossibilidade de o fascismo se desenvolver fora dos períodos de crise. Porque ele não tem um princípio fundamental. Porque não tem uma clientela natural. É uma solução heróica. […] É o partido da nação em cólera. E principalmente […] dessa camada da nação que usualmente se satisfaz com a vida burguesa, mas que as crises perturbam, que as atribulações irritam e indignam, e que intervém então brutalmente na vida política com reflexos puramente passionais, quer dizer, a classe média. Mas essa cólera da nação é indispensável ao fascismo’. É certo que aquela situação de crise colocava problemas distintos a cada uma das classes e das camadas sociais, mas o fascismo pretendia possuir uma solução comum para essa diversidade de questões”.

Sergio Cabral vai delatar Juízes e Procuradores – ex-governador está condenado a 197 anos

Condenado a 197 anos de prisão, o ex-governador do Rio de Janeiro deu o sinal verde para uma delação premiada. “O líder máximo da organização criminosa fluminense deu uma procuração para o seu novo advogado, João Bernardo Kappen, negociar a colaboração com o Ministério Público Federal no Rio de Janeiro e com a PGR. Kappen já começou a conversar, ainda em estágio inicial, com autoridades ligadas à Lava-Jato no Rio”, informa o jornalista Lauro Jardim.