Presidente da Câmara dos Deputados disse que tema pode causar “instabilidade ao País” e, na mesma entrevista, tratou o ex-presidente como um líder da direita em um cenário polarizado com o estadista – SAIBA MAIS
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O deputado federal Hugo Motta (Republicanos-PB) declarou que não planeja pautar um pedido de impeachment contra o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pelas “pedaladas fiscais” alegadas pela oposição.
O presidente da Câmara dos Deputados enfatizou a necessidade de dar estabilidade ao país e também comentou sobre as eleições de 2026, durante entrevista à rádio Arapuan FM João Pessoa, nesta sexta-feira (7/fev).
O requerimento para tentar destituir o estadista do cargo é liderado pelo deputado federal bolsonarista Rodolfo Nogueira (PL-SP) e é embasado na recente decisão do TCU (Tribunal de Contas da União) de bloquear R$ 6 bilhões do Programa Pé-de-Meia devido a supostas irregularidades (saiba mais aqui).
Mas Hugo Motta citou Bolsonaro como um líder da direita em um cenário polarizado com Lula em 2026. Há três dias, o presidente da Câmara afirmou que “oito anos [de inelegibilidade] são quatro eleições, é um tempo extenso na minha avaliação” (saiba mais aqui), sinalizando que pautará a proposta do deputado federal Bibo Nunes (PL-RS), que quer reduzir o período de inelegibilidade para apenas dois anos.
Mesmo assim, Mota expressou dúvidas sobre a candidatura de Bolsonaro.
Além disso, o presidente da Câmara destacou a importância de incluir a segurança pública na agenda, defendendo penas mais rigorosas para crimes.
Quanto às emendas parlamentares e os conflitos com o STF, ele defendeu a transparência do Legislativo e assegurou a liberação destas emendas, afirmando a igualdade entre os Poderes.
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Bando de cretinos
É #lula2026
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