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Presidente deitou no chão em exposição e cena inusitada marcou a visita do presidente ao Grand Palais – ASSISTA e SAIBA MAIS
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Paris, 07 de junho de 2025
Na sexta-feira (6/jun), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva surpreendeu ao deitar no chão do Grand Palais, em Paris, para interagir com acrobatas durante a exposição “Nosso Barco Tambor Terra”.
A mostra, do artista Ernesto Neto, integra o Ano do Brasil na França, temporada cultural que vai até setembro.
Acompanhado do presidente Emmanuel Macron e da primeira-dama Rosângela da Silva (Janja), Lula participou ativamente, tirando sapatos e paletó para se envolver na performance.
Interação com Acrobatas e Highliners
Durante a visita, Lula, aos 79 anos, tentou replicar movimentos de acrobatas da Compagnie de Chaillot, que se apresentavam em fitas suspensas.
Ele ergueu as pernas e se equilibrou sobre os braços, em um momento que gerou risadas e aplausos.
A Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) esclareceu que o presidente não imitava, mas interagia, conforme convite dos artistas para que o público se deitasse para apreciar a cúpula do espaço.
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Fotografia e Engajamento com a Arte – Aproveitando a posição no chão, Lula pegou uma câmera e, com ajuda do fotógrafo Ricardo Stuckert, capturou imagens do teto do Grand Palais.
A exposição “Nosso Barco Tambor Terra” destaca elementos interativos, como instrumentos de percussão e tiras de chita, conectando visitantes a culturas globais.
A agenda cultural reforça laços entre Brasil e França, com Lula promovendo a arte brasileira no exterior.
Contexto da Viagem à França – A visita de Lula à França, iniciada em 4 de junho de 2025, incluiu encontros bilaterais com Macron e a assinatura de cerca de 20 acordos.
Ele também recebeu o título honoris causa da Universidade Paris 8, destacando sua trajetória política.
A viagem fortalece a diplomacia cultural e comercial, com discussões sobre o acordo UE-Mercosul.
A atitude de Lula reflete sua disposição em se engajar com a cultura local, promovendo o Brasil globalmente.
A interação descontraída humaniza a figura presidencial, enquanto a agenda reforça a diplomacia cultural.
A exposição de Ernesto Neto destaca a riqueza artística brasileira, conectando públicos internacionais.












