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Bolsonaro andou 5 km na prisão horas antes de colapso à UTI e estava bem antes de “quadro potencialmente mortal”

Relatório médico expõe reviravolta súbita na saúde do ex-presidente preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil – SAIBA MAIS

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Ambulância do
Ambulância do Samu transportando Jair Bolsonaro para o Hospital DF Star, cercada por policiais militares e equipe médica, em cena de emergência após mal-estar na Papudinha |13.3.2026| Foto: Poder360 | No detalhe, o ex-presidente chegando de ambulância em hospital de Natal, no Rio Grande do Norte, em abril de 2025 / Getty Images via BBC

RESUMO
 
URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO
 


Brasília (DF/BR) ·♦· 15 de março de 2026

Relatos médicos detalham que Jair Bolsonaro, que cumpre pena na Papudinha, em Brasília, desde 15 de janeiro, condenado por tentativa de golpe de Estado, realizou uma caminhada de 5 km no complexo prisional na quinta-feira (12/mar), apresentando bom estado de saúde, lúcido e orientado, conforme laudo dos médicos locais.

Contudo, registros do plantão noturno indicam uma crise inicial de soluço, quando ele recusou medicação imediata, afirmando que “ia tomar após o jogo”.

Essa informação, relatada por Metrópoles e na Bnews, diz que, na manhã seguinte, sexta-feira (13/mar), por volta das 6h15, Jair Bolsonaro reclamou de calafrios, levando à detecção de febre e transferência urgente via Samu para o Hospital DF Star.

Exames laboratoriais e de imagem confirmaram broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa, com saturação de oxigênio caindo para 80% e pressão arterial em 9 por 5, além de sudorese intensa.

O boletim médico descreve internação em UTI com antibioticoterapia venosa e suporte clínico.

O médico Cláudio Birolini alertou para a gravidade, classificando o quadro como potencialmente mortal: “Uma pneumonia aspirativa pode fazer com que a pessoa evolua com uma insuficiência respiratória e, se você não intervir, morra”.

Ele enfatizou que a rapidez no atendimento evitou piora fatal.

Laudos anteriores da Polícia Federal, datados de fevereiro, afirmavam estabilidade para permanência na prisão, com rotinas de caminhadas de até 1 km, fisioterapia e check-ups diários, sem necessidade de prisão domiciliar.

Esses relatórios, solicitados pelo ministro Alexandre de Moraes do STF (Supremo Tribunal Federal), rejeitaram pedidos da defesa por transferência, destacando multimorbidades controladas, como hipertensão e apneia do sono, com recomendações para grades de apoio e monitoramento para evitar quedas.

O senador Flávio Bolsonaro insistiu em domiciliar humanitária, criticando o ambiente prisional.

A família, incluindo Michelle Bolsonaro, confirmou o quadro em redes sociais, enquanto Moraes autorizou visitas sob vigilância.

Até este momento, Bolsonaro permanece na UTI sem novas pioras.


Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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