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Shakira fez o ‘L’ em Copacabana? Mas teve “Ei Bolsonaro VTNC” e “Olê Olá Lula” (vídeo)

 

Povo brasileiro no Rio rejeita extremismo de direita e Congresso Nacional em troca de pautas sociais defendidas pelo Presidente do Brasil, sob o carinho da cantora colombiana

Shakira fazendo o L - Imagem gerada por IA

Fãs da cantora colombiana Shakira cantam “Olê, Olá, Lula” e “Ei, Bolsonaro, VTNC” durante apresentação em Copacabana, no Rio de Janeiro | 2.5.2026 | Imagens reprodução | Foto viral da artista fazendo o L foi gerada por IA e viraliza nas redes sociais

Rio de Janeiro (RJ), 03 de maio de 2026

A noite de sábado na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, foi marcada por um fenômeno que transcendeu a música. A apresentação da colombiana Shakira, intitulada Todo Mundo no Rio, atraiu cerca de 2,5 milhões de pessoas.

Imagens de fãs da artista homenageando o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e repudiando com entonações o ex-presidente Jair Bolsonaro viralizam nas redes sociais:

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Para além dos sucessos Hips Don’t Lie e Waka Waka, o palco montado em frente ao Copacabana Palace serviu como catalisador para manifestações sociais contundentes.

Antes mesmo de Shakira subir ao palco, com mais de uma hora de atraso, a atenção se voltou para a fachada do icônico hotel. Uma ação coordenada pelos movimentos Vida Além do Trabalho (VAT) , Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e a organização Nossas transformou o prédio em uma enorme tela de protesto.

As mensagens projetadas fugiam do escopo meramente artístico e adentravam o campo político com força.

Slogans como “Fim da escala 6×1 e vida fora do trabalho”“Sem anistia para golpista”“Tarifa zero. Busão 0800” e “Make América Latina Great Again”, além de “Congresso Inimigo do Povo”, claro, foram exibidos em letras garrafais, sendo recebidos com gritos e aplausos pela multidão que aguardava o show.

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O organizador do VATRick Azevedo, destacou a estratégia: “Estamos levando esse debate para onde o povo está”.

A presença de pautas como a defesa do SUS e o grito contra o Congresso Nacional ( “Congresso inimigo do povo” ) evidenciou um ambiente de efervescência democrática e cobrança por direitos sociais em plena orla carioca.

Enquanto as projeções abordavam a justiça trabalhista, o público se preparava para o espetáculo. 

Shakira se atrasou para subir ao palco porque a artista pediu um tempo para se recuperar da noticia que recebera, sobre seu pai, William Mebarak Chadid, de 94 anos, ter sofrido um mal-estar súbito momentos antes do show em Copacabana.

Uma jovem sorridente ao lado de um homem mais velho, ambos com expressão amigável, em ambiente iluminado.
Shakira e o pai, o escritor e comerciante William Mebarak Chadid — Foto: Reprodução/Instagram

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Shakira surgiu vestida com as cores do Brasil, recepcionada por gigantografias que rebatizaram a praia de Lobacabana.

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Shakira valorizou o influenciador e dançarino carioca Raphael Vicente e seu grupo Dance Maré, que ganharam projeção mundial em 2019. Todos foram ao delírio ao subir no palco do show ao lado da colombiana:

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A cantora trouxe convidados de peso como Caetano VelosoMaria Bethânia, Ivete Sangalo e Anitta:

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A cantora colombiana encantou o público ao abordar tema exclusivo das mulheres. Nesta emocionante apresentação no Rio de Janeiro, Shakira compartilhou palavras de resiliência e união feminina.

Ela iniciou refletindo sobre como “a vida tem formas de recompensar a gente” e reconheceu que sua trajetória recente não tem sido fácil: “vocês já sabem que a minha vida não tem sido a mais fácil ultimamente”.

Com uma mensagem de força, a cantora destacou que, embora “das quedas ninguém se salva”, as mulheres possuem uma capacidade única de superação.

Ela afirmou que “cada vez que caímos, nos levantamos um pouco mais sábias, um pouco mais fortes e um pouco mais resilientes”.

Shakira encerrou seu discurso com duas frases marcantes: “As mulheres já não choram!”. “As mulheres sozinhas somos mais vulneráveis, mas juntas somos invencíveis!”

Ela dedicou todo o show ao público feminino, celebrando a força coletiva das mulheres:

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Shakira demonstrou sintonia fina com o momento político e social brasileiro. Diferentemente de outros eventos que viram a polarização estampada nas cores da bandeira, a cantora promoveu uma “onda apolítica” de verde e amarelo, focada na celebração cultural.

Contudo, ao dar palco para Caetano Veloso — figura histórica na resistência à ditadura militar — e ao não vetar as manifestações no Copacabana Palace, a artista consolidou sua imagem de defensora da democracia e da liberdade de expressão.

Ao final, a Prefeitura do Rio de Janeiro, na gestão de Eduardo Cavaliere (PSD), comemorou o impacto econômico.

Estima-se que o evento tenha injetado cerca de 160 milhões de dólares (aproximadamente 800 milhões de reais) na economia local, movimentando o setor de turismo e serviços.

Fica a lição de que, no Brasil, dificilmente um grande evento se resume ao entretenimento; ele se torna, inevitavelmente, um espelho das tensões e esperanças da sociedade.

BÔNUS

Em um registro histórico da televisão brasileira datado de 1º de abril de 1997, a cantora colombiana Shakira — então um fenômeno ascendente com o álbum “Pies Descalzos” — foi a estrela de encerramento do programa Note e Anote, comandado por Ana Maria Braga na Rede Record.

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O vídeo captura o clima festivo de final de transmissão. Ana Maria Braga surge rodeada por convidados e equipe em volta de um generoso bolo de chocolate, aproveitando o momento para realizar agradecimentos pessoais e profissionais. Entre os participantes citados nos créditos finais, destacam-se nomes populares da época, como o pugilista Maguila e a dupla Cleyton & Camargo.

O ponto alto do registro é a interação entre a apresentadora e a jovem Shakira, que exibia o visual marcante de sua fase inicial: cabelos pretos com tranças e miçangas coloridas. Após um breve diálogo e um brinde coletivo, a cantora assume o microfone para interpretar o hit “Inevitable”.

Enquanto os créditos técnicos sobem na tela — revelando nomes como o de Tom Veiga (que mais tarde daria vida ao Louro José) na coordenação de produção e Márccio Moreira na direção de imagem — Shakira performa a canção, marcando um dos encontros mais lembrados da cultura pop latino-americana no Brasil durante a década de 1990.

A foto de Shakira fazendo o ‘L‘ em Copacabana é uma geração por Inteligência Artificial feita por fãs da cantora, que leram seu coração, e dos projetos sociais do Presidente Lula.



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1 comentário em “Shakira fez o ‘L’ em Copacabana? Mas teve “Ei Bolsonaro VTNC” e “Olê Olá Lula” (vídeo)”

  1. Reinaldo Gonçalves da Cruz

    É muito claro, quem tem cultura, conhecimento, caráter e pensa, apoia o governo LULA.
    Parabéns Shakira, o povo brasileiro te ama

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