Primo de filhos de Bolsonaro, o Léo Índio também teve sigilo bancário quebrado

26/05/2019 0 Por Redação Urbs Magna

Et Urbs Magna – Hoje assessor de senador do DEM, ele atuou no gabinete de Flávio entre 2006 e 2012 e participou de reuniões da cúpula do atual governo. De acordo com a matéria publicada no jornal ‘O Globo‘, Leonardo Rodrigues de Jesus, mais conhecido como Léo Índio, primo dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, está entre os ex-funcionários do gabinete do atual senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) que tiveram quebra de sigilo bancário autorizada pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). 

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Léo Índio foi assessor de Flávio, entre novembro de 2006 e janeiro de 2012, quando o parlamentar era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), e hoje é assessor no gabinete do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), com salário bruto de R$ 14.802,41.

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O inquérito do MP apura a suspeita da chamada “rachadinha” no gabinete de Flávio, durante o seu mandato na Alerj — prática de servidores devolverem parte dos salários aos parlamentares.

Com informações do Globo

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