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65% querem que ex-presidente desista – Lula lidera cenários eleitorais, mas enfrenta alta rejeição – SAIBA MAIS
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Brasília, 05 de junho de 2025
Uma recente pesquisa da Genial/Quaest revelou que 65% dos eleitores brasileiros defendem que o ex-presidente Jair Bolsonaro abandone a ideia de concorrer à Presidência em 2026, apoiando outro nome da direita.
Apenas 26% acreditam que ele deveria manter sua candidatura, apesar de estar inelegível até 2030 por decisão do TSE.
A pesquisa, que também foi comentada por O Globo, entrevistou 2.004 pessoas entre 29 de maio e 1 de junho, com margem de erro de 2 pontos percentuais.
Entre os apoiadores de Bolsonaro, 58% ainda desejam que ele dispute, mas a pressão por um novo nome cresce.
A inelegibilidade do ex-presidente, condenado por abuso de poder político em 2023, dificulta sua participação.
Especialistas apontam que a direita busca alternativas como Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro e Pablo Marçal para enfrentar Lula ou Haddad em 2026.
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Lula, por sua vez, lidera todos os cenários de segundo turno, mas enfrenta rejeição de 55%, empatando com Bolsonaro nesse quesito.
A desaprovação ao governo do petista atingiu 56% em março de 2025, enquanto 62% são contra sua recandidatura.
“A eleição de 2026 será disputada, com a direita fragmentada e Lula tentando recuperar popularidade”, analisa Felipe Nunes, diretor da Quaest.
A pesquisa também destaca que Tarcísio de Freitas (15%), Michelle Bolsonaro (14%) e Pablo Marçal (11%) são os preferidos para substituir Bolsonaro na direita.
Outros nomes, como Ratinho Júnior (9%), Eduardo Bolsonaro (4%), Romeu Zema (4%) e Ronaldo Caiado (4%), aparecem com menor força.
“A fragmentação da direita pode beneficiar o PT”, aponta o levantamento.
Bolsonaro enfrenta desafios judiciais, incluindo uma denúncia da PGR por tentativa de golpe de Estado.
“Suas chances de reverter a inelegibilidade são baixas”, diz o advogado Carlos Dantas.
Enquanto isso, o PL se consolida como força eleitoral, elegendo 516 prefeitos em 2024, mas divisões internas podem enfraquecer a oposição.












