Ex-deputado acumula faltas como escrivão em Angra dos Reis e pode perder cargo na corporaçãO

Brasília (DF/BR) ·♦· 16 de março de 2026
A Polícia Federal intensifica as medidas contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, em um procedimento disciplinar que investiga abandono de cargo.
Nesta segunda-feira (16/mar), a corporação publicou citação por edital no Diário Oficial da União, concedendo 15 dias para que o investigado apresente defesa, uma vez que se encontra em “lugar incerto e não sabido”.
O processo teve início após a perda do mandato parlamentar de Eduardo em dezembro de 2025, quando a Câmara dos Deputados declarou sua cassação por faltas excessivas às sessões.
Com o fim do afastamento funcional, a PF determinou seu retorno imediato ao cargo de escrivão na delegacia de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, como reportado pela Veja em 2 de janeiro.
No entanto, Eduardo não compareceu, acumulando ausências não justificadas.
Em 26 de fevereiro, a Corregedoria Regional da PF no Rio instaurou o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e determinou seu afastamento preventivo, exigindo a devolução da arma e da carteira funcional.
Essa medida, detalhada pela g1, visa preservar a integridade das investigações. Eduardo permaneceu nos Estados Unidos após o fim do mandato, o que agravou as suspeitas de abandono.
O risco de demissão reforça a necessidade de justiça igualitária em instituições democráticas.
A citação por edital representa um avanço no processo, garantindo o contraditório mesmo na ausência do investigado.
Essa etapa sinaliza que a PF não tolera impunidade, promovendo transparência em um contexto de fortalecimento institucional.

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