Balsas de garimpeiros, do ‘arquipélago’ de um total de mais de 300 que foram denunciadas fazendo extração de outro no rio Madeira, são queimadas em repreensão policial. As equipes entraram pelo rio, por meio de helicópteros e pelas estradas da região Foto: Polícia Federal e Ibama
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PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO
A operação Uiara teve início após o jornalista do UOL, Chico Alves, apontar, em sua matéria no portal, que “o Brasil acabou”, resumindo que exploradores agora “afrontam o mundo à luz do dia” tendo como “principal apoiador o homem que está sentado na cadeira de presidente da República“
A Polícia Federal, o Ibama (O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), a Marinha e a Aeronáutica iniciaram, neste sábado (27/11), para uma forte repressão do que ficou conhecido como ‘arquipélago do garimpo ilegal’, com mais de 300 balsas extraindo ouro no Rio Madeira, a operação Uiara, que teve início após o jornalista do UOL, Chico Alves, apontar, em sua matéria no portal, que “o Brasil acabou”, resumindo que exploradores agora “afrontam o mundo à luz do dia” tendo como “principal apoiador o homem que está sentado na cadeira de presidente da República“.
Reveja as imagens feitas pelo Greenpeace, antes da operação:
GREENPEACE
Após a repercussão das imagens, grupos de garimpeiros se dispersaram para fugir da fiscalização, que foi anunciada na última quinta (25/11) pelo vice-presidente do Brasil, general Hamilton Mourão.
Com início na madrugada do sábado, Uiara queimou algumas balsas e apreendeu ao menos 31 embarcações, além de mercúrio e ouro, e prendeu uma pessoa que estava com uma quantidade de ouro e foi conduzida para a superintendência do Amazonas, conforme noticiou o Estadão.
Os garimpeiros disseram que os policiais atearam fogo com o próprio combustível das balsas e deixaram seus ocupantes na margem do rio, somente com alguns pertences e documentos. Foram destruídas 38 lanchas e 69 dragas para sucção e extração do mineral do leito do rio.
POLÍCIA MILITAR
Apesar de ilegal, o garimpo de balsas existe há décadas no rio Madeira e emprega principalmente os ribeirinhos da região. Parte das embarcações apreendidas e queimadas estavam abandonadas.
