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“O bolsonarismo esperneia porque o dia da prisão se aproxima”, diz Bohn Gass

    “O bolsonarismo esperneia porque o dia da prisão se aproxima”, diz Bohn Gass


    ELVINO BOHN GASS e EDUARDO BOLSONARO | Imagens reprodução/X/montagem


    O deputado afirma que são “táticas de bandido” : “ameaçar matar o juiz e depois pedir que ele abandone o caso” e “inventar perseguição para pedir que os EUA apliquem sanções contra o Judiciário” – SAIBA MAIS

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    Brasília, 26 de maio de 2025

    Após a Procuradoria-Geral da República (PGR) pedir ao (Supremo Tribunal Federal) STF autorização para investigar o Eduardo Bolsonaro, o deputado federal Elvino Bohn Gass (PT-RS) acusou o bolsonarismo de empregar “táticas de bandido” para desestabilizar o Judiciário brasileiro, em reação às investigações sobre tentativas de golpe de Estado após a derrota de Jair Bolsonaro (PL) para Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022.

    Em suas redes sociais, Bohn Gass afirmou que o movimento utiliza estratégias como “ameaçar matar o juiz, depois pedir que ele abandone o caso” e “inventar perseguição para pedir que um governo estrangeiro, com o qual o réu tem afinidade ideológica, aplique ‘sanções’ contra o Judiciário”.

    Ele concluiu afirmando que “o bolsonarismo esperneia porque o dia da prisão se aproxima”, referindo-se às apurações da Polícia Federal (PF) que indiciaram o ex-presidente réu e inelegível até 2030.

    Bolsonaro foi tornado réu com mais outros 36 suspeitos por crimes como tentativa de golpe e organização criminosa.

    Para Bohn Gass, “o principal órgão do Ministério Público vê o óbvio: ao pedir sanções dos EUA ao Judiciário brasileiro, Eduardo tenta interferir no processo contra Jair e outros golpistas“.

    A PF concluiu, em relatório tornado público em 26 de novembro de 2024, que Bolsonaro liderou uma organização criminosa que planejou um golpe para impedir a posse de Lula, com ações que incluíam a disseminação de narrativas falsas sobre fraudes nas urnas eletrônicas desde 2019.

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    O inquérito aponta que o ex-presidente tinha conhecimento de planos para assassinar Lula, o vice Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro Alexandre de Moraes (STF), elaborados por militares como o general Mario Fernandes.

    A investigação destaca que a ruptura institucional não ocorreu por “circunstâncias alheias à vontade” de Bolsonaro, reforçando a gravidade das acusações.

    Grupos de extrema direita, especialmente em plataformas como o Telegram, têm tratado investigações como a do caso das joias recebidas por Bolsonaro como “perseguição política”.

    Análises do Laboratório de Humanidades Digitais da UFBA e da UFSC revelaram mensagens virais que chamam a PF de PF de Lula e Dino e acusam a instituição de “preparar a prisão de Bolsonaro com apoio do FBI.

    Essas narrativas, segundo os pesquisadores, visam desacreditar o Judiciário e mobilizar apoiadores contra as instituições democráticas, com 87% dos perfis de direita nas redes sociais sendo identificados como bolsonaristas em fevereiro de 2023, conforme reportou a Folha de S. Paulo.

    A comitiva bolsonarista, liderada por Eduardo Bolsonaro (PL-SP), intensificou esforços internacionais para deslegitimar o Judiciário brasileiro.

    Em março de 2024, deputados passaram uma semana em Washington (EUA), tentando convencer parlamentares republicanos de que o Brasil vive uma “ditadura de esquerda”.

    Eles pediram sanções contra autoridades brasileiras, como Moraes, e apresentaram uma petição à CIDH assinada por 76 parlamentares, alegando “atos tirânicos”.

    A antropóloga Isabela Kalil, do Observatório da Extrema Direita, destacou que essas ações visam pressionar instituições internacionais por meio de think tanks conservadores, como o Cato Institute, mas não obtiveram resultados concretos até o momento, reportou a Revista Focus Brasil.

    Bohn Gass comemorou a decisão do presidente do STF, Luís Roberto Barroso, que “aceitou pedido do órgão máximo do Ministério Público, a Procuradoria-Geral da República, para abrir inquérito contra Eduardo Bolsonaro por atuar pedindo intervenção no judiciário brasileiro“.

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