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“Não cuidaram das comportas que deveriam ter cuidado há muito tempo”, disse Lula em reunião ministerial

    O Presidente do Brasil prometeu apresentar uma discussão nacional para resolver definitivamente a questão das enchentes na cidade de Porto Alegre e na Região Metropolitana

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    Esse fenômeno que aconteceu me parece que não foi só o fenômeno da chuva, me parece que tem o fenômeno também das pessoas que não cuidaram das comportas que deveriam ter cuidado há muito tempo“, afirmou o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante reunião ministerial nesta segunda-feira (13/5).

    Um especialista em drenagem urbana da capital gaúcha afirmou, há uma semana, que faltou manutenção no sistema de proteção contra as cheias em Porto Alegre.

    Lula reuniu todos os ministros de Estado do Governo Federal “para falar das ações realizadas até agora para ajudar o Rio Grande do Sul, neste momento de emergência climática“, conforme escreveu nas redes sociais. “Teremos mais anúncios nos próximos dias para a reconstrução do estado, ao lado do governo estadual e dos municípios“.

    Sobre a falta de manutenção, o Presidente disse, na reunião, que “tudo isso é um problema a ser resolvido daqui para frente e nós vamos tentar apresentar a nossa contribuição ao povo do Rio Grande do Sul, inclusive apresentando uma discussão nacional para resolver definitivamente a questão das enchentes na cidade de Porto Alegre e na Região Metropolitana“, completou o estadista.

    O chefe do executivo disse ainda que “a gente não tem estrutura para arrecadar tudo na hora que as pessoas falam. É coisa do exterior, é coisa de cada Estado, cada um que junta um monte de coisas de doação, acha que a gente tem estrutura de pegar na mesma hora, no mesmo dia e distribuir e tudo isso demanda uma infraestrutura, não apenas de recolhimento dessas coisas, de seleção e ver a necessidade para onde a gente vai mandar. Tudo isso demanda um tempo excepcional e muita mão de obra“.

    O líder da nação também disse que “nós estamos até agora com muita gente voluntariada, muita gente, mas daqui a pouco os voluntários voltam para suas atividades normais e aí entra o papel da máquina do Estado de dar vazão ao recebimento das coisas que as pessoas dão e fazer essas coisas chegarem até a casa das pessoas“.

    É uma infinidade de problemas que a gente vai ter que cuidar e que não é uma coisa de curto prazo, é uma coisa de médio e eu diria até quase longo prazo, porque recuperar aquele Estado vai ser bastante difícil, é um compromisso nosso ele deixar o Rio Grande do Sul como era antes da chuva“, argumentou o Presidente.

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