A percepção é do próprio Presidente do País, que relata as recepções que teve durante as últimas viagens e encontros com líderes internacionais: “Eu nunca vi tanta expectativa com relação ao Brasil como estou vendo neste momento” – ASSISTA
De acordo com o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nosso país “vive um momento de ouro” por conta do trabalho sério da equipe de sua terceira gestão no Palácio do Planalto.
Mas apesar da sensação real que os próprios brasileiros têm sobre a afirmação presidencial, alguns setores da direita e da mídia nacional tentam produzir, movidos por interesses escusos, uma imagem negativa do Governo Federal, que não é nada do que eles dizem.
Experiente e com um currículo de causar inveja aos grandes líderes de Estado de todo o mundo, o estadista tem a percepção de que o Brasil se projeta internacionalmente de uma forma que nem ele mesmo viu durante as gestões anteriores marcadas pelo sucesso de políticas públicas e programas sociais em favor do povo brasileiro, como, por exemplo, o ‘Fome Zero‘.
O programa, lançado no primeiro ano da primeira gestão Lula, dependeu de uma série de outras políticas para alcançar seu objetivo, as quais consolidaram na mente do povo a imagem de que o nome Luiz Inácio Lula da Silva é o melhor para representá-lo.
A preocupação de Lula com a fome rendeu até mesmo a criação de um programa da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), lançado outubro de 2006, no ‘Dia Mundial da Alimentação‘: o ‘Programa América Latina e Caribe sem Fome 2025‘, que desde seu lançamento tem se desdobrado através dos anos.
Há pouco mais de 14 meses, Lula retornou ao governo federal após um período em que a Economia esteve fragilizada por conta dos governos que se sucederam ao golpe 2016, que destituiu a Presidenta Dilma Rousseff.
Agora, Lula III traz “o Brasil de volta para as 10 maiores economias do mundo e para o protagonismo internacional” com o mesmo objetivo de Lula I e Lula II, que é “melhorar a vida de cada brasileiro, gerar mais emprego, renda, cultura, educação e alegria para o povo“, conforme escreveu o perfil do Instituto Lula na plataforma social de microblogging ‘X‘, neste domingo (10/3).
Nas imagens postadas pela conta, Lula declara que todos sabem que o Brasil “vive um momento de ouro“.
“Eu nunca vivi o momento de otimismo com relação ao Brasil que nós temos hoje no mundo inteiro“, disse Lula, recentemente, em uma de suas aparições públicas.
“Eu acabei de participar de uma reunião com 54 países africanos, em Addis Abeba, na Etiópia“, disse se referindo à ‘Cúpula da União Africana‘, realizada em meados de fevereiro passado, que reuniu países das cinco regiões do continente: Setentrional, Meridional, Central, Ocidental e Oriental.
Lula também citou que “cinco dias depois” esteve em Georgetown, na Guiana, onde participou do encerramento da 46ª Cúpula de Chefes de Governo dos países membros da CARICOM (Comunidade do Caribe) que reúne 15 países: Antígua e Barbuda, Bahamas, Barbados, Belize, Dominica, Granada, Guiana, Haiti, Jamaica, Montserrat, Santa Lúcia, São Cristóvão e Neves, São Vicente e Granadinas, Suriname e Trinidad e Tobago.
O Presidente do Brasil lembrou também que esteve, após a passagem pela Guiana, em uma reunião em um dos países do CARICOM, São Vicente e Granadinas, onde também estiveram os representantes do total de 33 países que formam a CELAC (Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos).
As referências a feitas por Lula a todos estes encontros foi para registrar sua percepção de que ele nunca viu “tanta expectativa com relação ao Brasil” como a que está vendo “nesse momento” de sua terceira gestão.
Lula também lembrou da visita da diretora-geral do FMI (Fundo Monetário Internacional), Kristalina Georgieva, que nos elogiou ao afirmar que “o Brasil tem sido uma boa notícia para a economia mundial”.
Na argumentação de Lula, o diretor do Banco Asiático, Jin Liqun, também foi lembrado. Ele esteve presente no encontro em que participaram Georgieva, a diretora do NDB (Novo Banco de Desenvolvimento) do BRICS (Bloco formado originalmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), Dilma Rousseff, e o ministro da Fazenda Fernando Haddad. O chinês de 74 anos manifestou interesse em trabalhar com o Brasil, financiando projetos que ajudem a fomentar o comércio e a integração produtiva com os países asiáticos.
“Se vier para cá, todo o dinheiro que eles acham que estão pensando em trazer pro Brasil, não tem porque a gente não acreditar” que nosso país “vai voltar a fazer parte das principais economias do planeta Terra”, concluiu o presidente.
O vídeo de apenas pouco mais de 1 minuto de duração, postado pelo Instituto Lula, carrega todo o contexto desta matéria.
Assista:
O Brasil vive um momento de ouro! ✨
— Instituto Lula (@inst_lula) March 10, 2024
@LulaOficial trouxe o Brasil de volta para as 10 maiores economias do mundo e para o protagonismo internacional.
O objetivo agora é melhorar a vida de cada brasileiro, gerar mais emprego, renda, cultura, educação e alegria para o povo. 🇧🇷 pic.twitter.com/mXvQnVHm5F
