Presidente da Câmara defendeu no sábado a democracia o os valores constitucionais, além de frisar que a vontade popular deve prevalecer, indicando que quer diminuir o espaço da “antipolítica“, que só atrapalha o crescimento do Brasil – SAIBA MAIS
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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a pauta da anistia para os envolvidos no 8 de Janeiro, quando, no ano de 2023, manifestantes bolsonaristas golpistas terroristas promoveram um quebra quebra contra as sedes dos Três Poderes, em Brasília (DF), está entre os principais temas de discussão nas próximas reuniões com lideranças políticas.
Neste domingo (2/fev), o terceiro nome na linha de sucessão do Presidente da República, o jovem líder da Mesa Diretora da Casa Legislativa, que agora conduz os trabalhos no Plenário e as reuniões com a bancada de líderes dos partidos, conversou com a imprensa e disse que o tema é “o que mais divide” a Câmara.
“Temos um PL que defende a votação da anistia para os presos do 8 de janeiro, enquanto o PT defende que o assunto não seja votado”, afirmou Motta, conforme transcreveu a Veja. “A pauta é decidida pelo presidente, com participação dos líderes. Com certeza, esse será um tema levado para essas reuniões nos próximos dias, e vamos conduzir com a maior imparcialidade possível”, afirmou.
Segundo a publicação, Hugo Motta se posicionará de modo imparcial sobre este tema, mesmo sob as alegadas pressões dos dois partidos supracitados, os mais polarizados. Em seu discurso de posse, após a definição de seu nome para o comando da Câmara no biênio 2025/2026, o presidente da Casa Legislativa afirmou que “não existe um caminho da direita, um caminho da esquerda ou um caminho do centro. Existe apenas o caminho do Brasil” (leia a íntegra aqui).
O paraibano defendeu a Constituição Federal de 1988 e ergueu a Carta Magna, repetindo o gesto de seu autor mais ilustre, o saudoso Ulysses Guimarães (6/10/1916 | 12/10/1992), afirmando: “Viva a democracia! Viva a democracia! Viva a democracia!“:
@urbs.magna HUGO MOTTA curtiu e segue ULYSSES GUIMARES
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Em 8 de janeiro de 2023, cerca de 5 mil manifestantes bolsonaristas golpistas terroristas invadiram e depredaram as sedes dos Três Poderes, quebrando vidros, móveis e obras de arte do Planalto, atearam fogo no plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) e vandalizaram as instalações do Congresso.
Dois anos depois, a Corte máxima de Justiça do Brasil condenou 371 dos mais de 2 mil investigados, com 225 ações classificadas como graves, resultando em penas de 3 a 17 anos de prisão.
Dos condenados, 122 estão foragidos, e outros 527, que cometeram delitos leves, firmaram acordos com o Ministério Público Federal (MPF), totalizando 898 responsabilizados até agora.
Além disso, 146 pessoas foram condenadas por incitação e associação criminosa, com penas de tornozeleira eletrônica, multa e serviços comunitários.
Cinco indivíduos foram absolvidos.
Os crimes identificados pelo STF incluem tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa e deterioração de patrimônio público.
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