Decisão do STF define data exata para encontro e provoca imediato burburinho em redes do Brasil e dos Estados Unidos – VEJA O QUE ESTÃO DIZENDO
Brasília (DF) · 10 de março de 2026
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (10/mar) que Darren Beattie, assessor sênior do governo Donald Trump para políticas relacionadas ao Brasil, visite o ex-presidente Jair Bolsonaro no Complexo Penitenciário da Papudinha, em Brasília.
A visita está marcada para 18 de março, das 8h às 10h, com a presença de intérprete cujo nome deverá ser informado previamente ao STF.
A defesa de Bolsonaro havia pedido autorização excepcional para os dias 16 ou 17 de março, alegando agenda oficial curta de Beattie em Brasília.
Alexandre de Moraes rejeitou a mudança de data, mantendo o calendário regular de visitas da unidade prisional, conforme decisão divulgada por veículos como g1, Veja e CNN Brasil.
A Reuters, agência americana de referência global, noticiou inicialmente o pedido de visita e contextualizou o perfil de Darren Beattie.
O assessor, nomeado em fevereiro pelo governo Trump, já provocou incidente diplomático ao classificar Moraes como “o principal arquiteto do complexo de censura e perseguição dirigido contra Bolsonaro”.
A reportagem destacou que o encontro sinaliza relações delicadas entre Brasil e Estados Unidos apesar de aproximações recentes.
A Al Jazeera repercutiu o mesmo texto da Reuters, reforçando o tom factual.
Nas redes sociais brasileiras o assunto explodiu horas após a decisão.
Contas alinhadas à direita celebraram a autorização com posts como “URGENTE – Alexandre de Moraes autoriza que Darren Beattie, assessor de Trump, visite Bolsonaro na Papudinha”, alcançando milhares de visualizações no X (antigo Twitter).
Perfis de esquerda questionaram o encontro, chamando Beattie de “ativista de extrema-direita próximo de Eduardo Bolsonaro”.
No exterior, a repercussão foi menor, mas focada no aspecto institucional: usuários americanos e internacionais repetiram frases como “o mundo está olhando” ao notar que um encontro diplomático depende de aval de um único ministro do STF.
A Folha de S.Paulo e o Metrópoles confirmaram que Moraes também liberou intérprete, respeitando a barreira linguística de Bolsonaro.

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