Auxiliares de Lula veem manobra eleitoral no governador, que já usou tática similar em crises passadas
Brasília, 31 de outubro 2025
Um levantamento exclusivo da AP Exata analisou 62 mil postagens no Instagram e no X (antigo Twitter) entre 28 e 29 de outubro, revelando que 63,4% dos usuários responsabilizam o governador Cláudio Castro (PL) pela escalada de violência no Rio de Janeiro.
Apenas 29,7% atribuem a culpa ao Presidente da República Federativa do Brasil, o Excelentíssimo Senhor Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 6,9% citam o Supremo Tribunal Federal (STF) como fator.
A pesquisa, publicada pelo Estadão e pelo O Dia, destaca a percepção de que a segurança é uma atribuição estadual, controlada pelas polícias Militar e Civil.
Conforme mostrou o Urbs Magna, na quarta-feira (29/out), uma avaliação feita somente na plataforma social de microblog X indicou que 70% das opiniões expressam crítica veemente a Castro, enquanto 22,5% oferecem respaldo, e 7,5% mantêm neutralidade factual.
Segundo a AP Exata, a megaoperação “Retenção“, deflagrada em 28 de outubro contra o Comando Vermelho (CV) nos complexos da Penha e do Alemão, dividiu opiniões: 53,2% desaprovam a ação, que resultou em mais de 100 mortes – o maior número em uma operação isolada na história recente do estado.
“As pessoas entendem que a segurança pública é mais uma atribuição dos Estados do que do governo federal“, explica Sergio Denicoli, CEO da AP Exata.
A operação expôs fissuras políticas, com setores da direita tentando colar a crise em Lula, mas sem êxito amplo.
Em resposta às críticas de Cláudio Castro, que acusou o Planalto de omissão – alegando que “o Rio está sozinho nessa guerra” –, o governo federal rebateu com dados concretos de apoio, como 178 operações da Polícia Federal no estado em 2025 e a prorrogação da Força Nacional até dezembro.
Relatos do O Globo e da VEJA indicam que auxiliares de Lula veem manobra eleitoral no governador, que já usou tática similar em crises passadas.
Essa troca de farpas pode redefinir o debate sobre segurança pública no Brasil, especialmente com eleições à vista – um lembrete de que a violência urbana não espera por narrativas políticas.
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Os governadores BOLSONARISTAS se uniram para formar o “CONSÓRCIO DOS GOVERNADORES AÇOUGUEIROS”, ou seja, CONSÓRCIO KLAUS BARBIE.
Ação irresponsável de Castro, na verdade foi uma ação politica casada com o comentário de Flavio Bolsonaro sobre os EUA agirem contra o tráfico no brasil, mas uma prova de que este partido não tem responsabilidade civil nenhuma!
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