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Líder europeu destaca laços culturais entre os dois países em exposição de Ernesto Neto, durante visita do estadista brasileiro – SAIBA MAIS
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Brasília, 06 de junho de 2025
A exposição Nosso Barco Tambor Terra, do renomado artista plástico Ernesto Neto, no icônico Grand Palais, marcou um momento de celebração dos laços culturais entre Brasil e França.
Durante a visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre 4 e 9 de junho, Emmanuel Macron destacou a importância da amizade bilateral.
“Tantas mulheres e tantos homens lançaram pontes entre nossas margens: artistas, pensadores, sonhadores. É o caso de Ernesto Neto, cujas obras estenderam suas raízes até o coração do Grand Palais, tecendo uma ponte sensível entre nossos imaginários”, afirmou Macron em postagem no X, onde compartilhou um vídeo:
Tantas mulheres e tantos homens lançaram pontes entre nossas margens: artistas, pensadores, sonhadores.
— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) June 6, 2025
É o caso de Ernesto Neto, cujas obras estenderam suas raízes até o coração do Grand Palais, tecendo uma ponte sensível entre nossos imaginários.… pic.twitter.com/vpDgBmwhf1
Quem é Ernesto Neto?
Ernesto Neto, nascido no Rio de Janeiro em 1964, é um dos artistas plásticos brasileiros mais reconhecidos internacionalmente.
Suas instalações, como Nosso Barco Tambor Terra, utilizam materiais têxteis e elementos interativos, como 5.735 metros de chita colorida e 40 instrumentos de percussão de diversas origens, promovendo uma experiência sensorial única.
Suas obras exploram a conexão entre arte, natureza e cultura, consolidando-o como um embaixador cultural do Brasil.
Visita de Lula à França: Um marco diplomático
A visita de Lula à França, a primeira de Estado em 13 anos, reforçou a Parceria Estratégica Brasil-França, firmada em 2006 e renovada em 2024.
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Além da agenda cultural, Lula e Macron discutiram temas como COP30, multilateralismo e combate ao extremismo.
No Grand Palais, a mostra Horizontes, com jovens artistas brasileiros, também integrou o Ano Cultural Brasil-França 2025, que prevê 300 eventos culturais em 50 cidades francesas até setembro.
Lula foi homenageado na Academia Francesa, distinção concedida a apenas 19 chefes de Estado em 400 anos, sendo Dom Pedro II o único brasileiro agraciado antes, em 1872.
Ele também recebeu o título de doutor honoris causa da Universidade Paris 8, reconhecida por sua tradição em ciências humanas.
Em Toulon, os presidentes visitaram a base naval da Marinha Francesa, fortalecendo a cooperação em defesa.
A relação Brasil-França é sustentada por laços históricos, com a França sendo o primeiro país europeu a reconhecer a independência brasileira, em 1825.
A agenda de 2025 reforça a cooperação em áreas como ciência, tecnologia e meio ambiente, com foco na preparação para a COP30 em Belém.
A temporada intercultural, que se estende até setembro, promove o diálogo entre os povos, com eventos que vão além da arte, incluindo educação e inovação.












