Os manifestantes bolsonaristas golpistas terroristas sonhavam que poderiam viver impunes, fora do alcance da Justiça brasileira, no país que elegeu o radical extremista de direita Javier Milei sob o bordão viva la liberdade carajo
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A Justiça da Argentina emitiu mandados de prisão contra todos os 61 brasileiros foragidos do Brasil por envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 em Brasília, cuja investigação tem relatoria do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes.
Do grupo fugitivo da caneta do magistrado, dois já foram presos. O Ministério das Relações Exteriores brasileiro recebeu uma lista com mais de 180 nomes de foragidos na Argentina e em outros países.
Investigações indicam que os acusados pediram refúgio na Argentina para escapar das ordens de prisão do STF. A Polícia Federal e autoridades argentinas estão trabalhando juntas para localizar e extraditar os condenados ao Brasil, informa o g1.
Em junho de 2023, Manuel Adorni, porta-voz do governo de Javier Milei – aliado de Jair Bolsonaro (PL) – inelegível até 2030 e também investigado por atos golpistas – declarou que não havia “pactos de impunidade” e que a Argentina respeitaria as decisões do Judiciário brasileiro.
Moraes determinou a extradição de 63 brasileiros envolvidos nos atos, atendendo a um pedido da PF e, com as ordens de prisão da Justiça da Argentina, qualquer unidade policial poderá detê-los. Nos próximos dias, a Justiça ouvirá os acusados e dará início ao processo de extradição ao Brasil.
O juiz Daniel Eduardo Rafecas afirmou que os 61 brasileiros passarão por julgamentos de extradição, e a conclusão do processo dependerá do envio da documentação necessária pelo Judiciário brasileiro.
Rafecas informou que o julgamento dos foragidos incluirá promotores e defesas, resultando em uma sentença de extradição, após a qual os acusados poderão recorrer à Corte Suprema da Argentina. Os foragidos inicialmente pensavam que os pedidos de extradição não afetariam sua situação, pois solicitavam refúgio no país.
Há um mês, a Argentina mudou sua legislação, impedindo que o refúgio seja concedido a pessoas denunciadas ou condenadas por “crimes graves” em seu país de origem, como terrorismo e violações dos direitos humanos.
Uma investigação da PF revelou que brasileiros procurados por eventos de 8 de janeiro entraram na Argentina sem passar pelas autoridades de fronteira, usando porta-malas de carros, atravessando rios ou a pé.
Eles sonhavam que poderiam viver em paz, fora do alcance da Justiça brasileira, no país que elegeu o radical extremista de direita Javier Milei sob o bordão viva la liberdade carajo.
Os investigadores não descartam a possibilidade dos foragidos de terem pedido asilo na Argentina e também de terem cruzado as fronteiras do Uruguai e do Paraguai. De acordo com eles, há facilidade em cruzar as fronteiras, principalmente a Ponte da Amizade, no Paraguai.
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