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Bolsonaro pode receber ‘denúncia única’ contendo casos das joias, fraude nos cartões de vacina e golpe de Estado

    Segundo ministros do STF, ex-presidente foi indiciado em todos os casos e se tratava de uma “única organização criminosa” – Relatório da PF será examinado pelo Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos, ligado ao gabinete de Paulo Gonet

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    Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) avaliam que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) poderá receber uma só denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República), representada por Paulo Gonet, a partir das provas obtidas pela investigação da PF (Polícia Federal) sobre o envolvimento do inelegível até 2030 na trama golpista.

    Isso porque o relatório apontou os crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e formação de organização criminosa. Esta última acusação também tem relação com as apurações envolvendo as joias sauditas e a fraude em cartões de vacina.

    Bolsonaro foi indiciado em todos os casos e, na avaliação de um magistrado da Corte, se tratava de uma “única organização criminosa“, informa O Globo.

    A trama golpista no final do governo Bolsonaro fortalece a possibilidade de a PGR apresentar uma única denúncia contra o ex-presidente, reunindo elementos de três frentes de investigação contra o ex-mandatário, teriam afirmado alguns ministros de forma reservado, diz o texto.

    Os magistrados entendem que a PGR pode considerar que a fraude nos cartões de vacina e a apropriação das joias sauditas faziam parte do plano para a tentativa de golpe após a derrota de Bolsonaro para o hoje novamente Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Os documentos de imunização, segundo a PF, foram fraudados pensando em uma hipótese de fuga caso a ofensiva não se concretizasse. Já a venda dos presentes recebidos enquanto chefe de Estado ajudaria a financiar a estadia fora do país.

    Na quinta-feira da semana passada, Bolsonaro e outras 36 pessoas, a maioria militares, foram indiciados pela PF por tentativa de golpe no Brasil, na qual o inelegível até 2030 teve participação no planejamento e na atuação dos atos para sua viabilização, o que acabou não ocorrendo “em razão de circunstâncias alheias à sua vontade“.

    A partir da análise do relatório da PF, enviado à PGR ontem, terça-feira (26/11), o MPF (Ministério Público Federal) decidirá se oferece ou não ao Supremo denúncia contra Bolsonaro e os demais indiciados. O material será examinado pelo GCAA (Grupo Estratégico de Combate aos Atos Antidemocráticos), órgão que é ligado ao gabinete do procurador-geral da República.

    Ao lado de Gonet, o colegiado composto por 10 dos 73 membros da PGR se encarregará de fazer a análise das provas coletadas pela PF.

    O procurador Joaquim Cabral da Costa Neto coordenará a equipe integrada também pelos procuradores Adriana Scordamaglia Fernandes, Catarina Sales Mendes de Carvalho, Cecília Vieira de Melo, Daniel José Mesquita Monteiro Dias, Gabriela Starling Jorge Vieira de Mello, Lígia Cireno Teobaldo, Leandro Musa de Almeida e Pablo Luz de Beltrand.

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