| Brasília (DF)
30 de agosto de 2026
Um vazamento em botijão de gás ligado a um forno externo provocou incêndio, neste domingo (30/ago), na residência do ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE , no Lago Sul , em Brasília. Ninguém se feriu. O episódio interrompe a rotina de quem comanda a Justiça Eleitoral em ano de eleição.
O que aconteceu na casa do presidente do TSE?
Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal Superior Eleitoral, o fogo começou no fim da tarde, na área externa do imóvel, após o vazamento no botijão que abastecia um forno. As chamas subiram e foram agravadas pelo telhado de acrílico do local.
O Corpo de Bombeiros do Distrito Federal foi acionado às 18h54, conforme o Estadão e a Band, que reproduziu o material da agência. O combate durou cerca de 40 minutos até o controle das chamas.
De acordo com o g1, o ministro estava na residência com a esposa. O SBT News informou que ele se encontrava em casa com a família. Não houve feridos entre os moradores nem registro público de feridos entre os bombeiros.
O fogo chegou à parte interna da casa?
Não, segundo o tribunal. A CNN Brasil registra que o incêndio ficou restrito à área externa. Por isso, o ministro e a família permaneceram no imóvel depois do atendimento.
A nota da assessoria do TSE, reproduzida pelo SBT News, diz: “No fim da tarde deste domingo (30), vazamento no botijão de gás ligado a um forno na área externa da casa do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, provocou um incêndio agravado pelo telhado de acrílico do local. Os bombeiros foram chamados e contiveram as chamas em cerca de 40 minutos. Todos que estavam na casa estão bem.”
O que Nunes Marques disse sobre o incêndio?
O presidente do TSE comentou o episódio com o SBT News: “Coisa simples, todos os dias vários botijões de gás incendeiam no Brasil. Nada demais, mas gerou uma certa preocupação, que foi contornada, que o teto era de madeira e plástico. Mas graças a Deus não aconteceu nada.”
A fala do ministro e a nota do tribunal convergem no essencial: origem no botijão, alastramento pelo teto da área externa e ausência de vítimas. Há uma diferença de vocabulário sobre o material do telhado. A assessoria falou em acrílico; o magistrado falou em madeira e plástico. Nenhuma das fontes publicou laudo técnico do Corpo de Bombeiros até o fechamento desta matéria.
Por que o caso ganhou repercussão nacional?
Kassio Nunes Marques é ministro do STF desde novembro de 2020 e tomou posse na presidência do TSE em 12 de maio de 2026. Cabe à Corte organizar e julgar as eleições deste ano. Qualquer incidente que atinja a residência de quem preside o tribunal eleitoral entra, por isso, no noticiário institucional, ainda quando a causa apontada é doméstica.
A casa fica no Lago Sul, região de Brasília em que se concentram residências de autoridades e escritórios de advocacia, conforme o Estadão. O endereço ajuda a explicar a rapidez com que o chamado dos bombeiros virou nota nacional, mas não altera o quadro factual: o fogo foi controlado, não houve feridos e a família permaneceu no local.
A Folha de S.Paulo e o Valor Econômico confirmaram a mesma cadeia de fatos: vazamento no botijão do forno externo, telhado de acrílico, atuação de cerca de 40 minutos e ausência de feridos.
O que ainda não foi informado
Não há detalhes do valor do prejuízo, o modelo do forno, a marca do botijão, o número de viaturas no local ou a existência de laudo conclusivo. Também não houve, nas fontes abertas, pronunciamento autônomo do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal além do que os jornais atribuíram ao atendimento.
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