De acordo com perfis influentes nas redes sociais, “além de isentar do pagamento do Imposto de Renda (IR) pessoas com renda de até R$ 5 mil, Fernando Haddad também anunciará a taxação dos super-ricos“
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou em suas redes sociais que fará um “pronunciamento à nação, hoje, 27/11, às 20h30, em cadeia nacional de rádio e televisão“.
Segundo a descrição da mensagem em sua conta oficial na plataforma social de microblog X, o tema da abordagem será “Brasil mais forte. Governo eficiente, país justo.
Alguns perfis de peso nas redes sociais afirmam que “além de isentar do pagamento do Imposto de Renda (IR) pessoas com renda de até R$ 5 mil, Fernando Haddad também anunciará a taxação dos super-ricos“, conforme escreveu a página Choquei.
Veja abaixo e leia mais a seguir:
Pronunciamento à nação, hoje, 27/11, às 20h30, em cadeia nacional de rádio e televisão.
— Fernando Haddad (@Haddad_Fernando) November 27, 2024
Brasil mais forte. Governo eficiente, país justo. pic.twitter.com/BVnM9yakBL
O pronunciamento oficial será feito em meio à expectativa do mercado e da opinião pública sobre o anúncio das medidas do pacote de corte de gastos do governo federal. Segundo o Infomoney, a tendência é a de que o chefe da equipe econômica fale sobre o pacote fiscal.
O governo federal disse que o pronunciamento do ministro da Fazenda terá duração de 7 minutos e 18 segundos.
Na tarde desta quarta-feira (27/11), o Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), apresentaram as medidas aos presidentes do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL).
Também participaram da reunião o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), e o ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT).
A expectativa é a de que, com o aval dos chefes das duas Casas legislativas, o pacote de corte de gastos seja encaminhado ao Congresso Nacional, no máximo, até esta quinta-feira (28/11).
Fontes que estiveram com integrantes do núcleo da equipe econômica do governo afirmaram que o pacote já estava definido, mas ainda passava por “ajustes finais de redação”. A avaliação predominante no Planalto é a de que o governo já perdeu tempo demais com as discussões sobre o tema e precisa anunciar as medidas.
O governo vai mandar para o Parlamento uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) e um PLC (Projeto de Lei Complementar) com as medidas fiscais.
Lula e Haddad têm a expectativa de que ambos os projetos sejam aprovados ainda neste ano, mas há dúvidas se haverá tempo hábil para isso, diante da agenda cheia no calendário Legislativo antes do recesso parlamentar – com a necessidade de apreciação de outras propostas importantes, como a regulamentação da reforma tributária.
Entre as medidas que devem ser apresentadas pela equipe econômica, estão o limite de aumento do salário mínimo e mudanças nas regras de aposentadoria dos militares.
Uma das alternativas sobre a mesa é fazer um “redesenho” do abono salarial (uma espécie de 13º salário pago a trabalhadores com carteira que recebem até dois salários mínimos).
Integrantes do governo avaliam que o benefício – que custará R$ 30,7 bilhões em 2025 – pode ficar mais concentrado nos mais pobres. De acordo com as regras vigentes, uma quantidade cada vez maior de pessoas tem se beneficiado do abono, que é impulsionado pela própria política de valorização do salário mínimo.
Por outro lado, a desvinculação de benefícios sociais, como o abono e o BPC (Benefício de Prestação Continuada), em relação ao salário mínimo, está descartada pelo governo.
Um dos pilares das medidas apresentadas pelo Ministério da Fazenda a Lula será a adoção de instrumentos que ajudassem a otimizar a revisão de políticas sociais, minimizando possíveis irregularidades. Uma das ideias levantadas é a exigência de biometria.
Um outro passo importante seria a ampliação do público-alvo da revisão, até então restrita às pessoas que estão com o cadastro desatualizado há mais de 48 meses. Com a ampliação, esse tempo seria reduzido para 24 meses.
De acordo com o vereador eleito em Belo Horizonte (MG) Pedro Rousseff (PT), sobrinho da ex-presidenta Dilma Rousseff, “o ministro Fernando Haddad vai ANUNCIAR a ISENÇÃO de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 MIL“.
🚨URGENTE
— Pedro Rousseff (@pedrorousseff) November 27, 2024
O ministro Fernando Haddad vai ANUNCIAR a ISENÇÃO de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 MIL em pronunciamento em REDE NACIONAL de TV hoje às 20:30! ⏰⏰
COMPARTILHEM AO MÁXIMO!!! 🇧🇷🚀 pic.twitter.com/kHVlfYPj40
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