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    Brasil está relativamente bem posicionado para enfrentar turbulência global, diz diretora do FMI

    Kristalina Georgieva e o ministro da Fazenda de Lula, Dario Durigan, se reuniram e posaram para foto; “reformas contínuas aprimorariam ainda mais a resiliência”, escreveu ela

    Ministro Dario Durigan com diretora do FMI Kristalina Georgieva e Lula assistindo TV

    O ministro da Fazenda Dario Durigan posa para foto com a diretora do Fundo Monetário Internacional Kristalina Georgieva / Foto reprodução X/@KGeorgieva | LULA assiste TV no intervalo do debate com Bolsonaro em 2022 / Imagem reprodução de vídeo / Redes sociais

    RESUMO
    URBS MAGNA

    Brasília (DF) · 15 de abril de 2026

    A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, avaliou que o Brasil está “relativamente bem posicionado” para enfrentar a turbulência global.

    A declaração foi feita após reunião bilateral com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, realizada na terça-feira (14/abr) em Washington, às margens das reuniões de Primavera do organismo.

    Em postagem no X nesta quarta-feira (15/abr), Georgieva classificou o encontro como “boa reunião” e destacou os esforços do governo brasileiro para fortalecer as finanças públicas.

    “O Brasil está relativamente bem posicionado para enfrentar a turbulência global. Esforços para fortalecer as finanças públicas são bem-vindos, e reformas contínuas aprimorariam ainda mais a resiliência”, escreveu, conforme reproduzido abaixo, com três imagens compartilhadas do encontro.

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    O posicionamento da FMI ganha peso em um momento de instabilidade internacional provocada pelo conflito no Oriente Médio, que eleva preços e pressiona o crescimento mundial.

    Segundo o Estadão, a avaliação reforça a percepção de que o país acumula instrumentos de defesa contra choques externos.

    Dario Durigan, que cumpre agenda nos Estados Unidos, vem defendendo ajustes fiscais focados em eficiência de gastos e continuidade de reformas.

    A FMI vê nesses movimentos um caminho para maior estabilidade, elemento essencial para consolidar a democracia e avançar na justiça social por meio de crescimento mais inclusivo.

    A declaração também dialoga com projeções recentes do fundo sobre a dívida pública brasileira, embora o ministro tenha apontado diferenças metodológicas no cálculo.

    O que prevalece é o reconhecimento de que o Brasil conta hoje com bases mais sólidas para navegar cenários adversos, desde que mantenha o ritmo de reformas e o compromisso com contas públicas equilibradas.




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