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    RESUMO
    URBS MAGNA


    Brasília (DF)
    21 de outubro de 2026

    Perfis no X afirmam que Flávio Bolsonaro não deveria disputar a Presidência da República e deveria ser preso, em meio a cobranças por abertura de sigilos. O movimento ganha volume a cinco dias do segundo turno, após o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva formalizar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a autorização para divulgação de dados bancários, fiscais e telefônicos dele e de familiares, condicionada à mesma medida por parte do senador do PL.

    As publicações reagem ao momento em que a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro se concentra em transparência. No debate da Band, no domingo (18/out), o petista desafiou o adversário a abrir os sigilos. Nesta terça-feira (20/out), a campanha de Lula protocolou documentos no TSE e no STF autorizando a liberação de informações dos últimos oito anos, incluindo a primeira-dama Janja, filhos e empresas relacionadas, desde que Flávio e familiares façam o mesmo, segundo o G1 e o Valor Econômico.

    No X, usuários ecoam a cobrança. Jonas Di Andrade escreveu: “Flávio Bolsonaro não deveria concorrer à presidência da República. Ele deveria é ser preso.” Outros posts usam hashtags como #AbreOSigiloFlávio e #Flaviomiliciano, referindo-se a investigações antigas envolvendo o gabinete do então deputado estadual na Alerj e conexões com milícias no Rio de Janeiro.

    IMPORTANTE: Nenhuma decisão judicial recente condenou Flávio Bolsonaro a prisão. O caso da “rachadinha” na Alerj foi arquivado em 2022 após anulação de provas pelo STJ e STF, conforme relatos do Valor Econômico. Investigações sobre vínculos com o ex-capitão Adriano da Nóbrega, apontado como miliciano, permanecem no histórico político, sem condenação do senador.

    Aliados de Flávio informaram à coluna de Túlio Amâncio, do SBT News, que o candidato não pretende aceitar o desafio. A avaliação nos bastidores é de que se trata de armadilha eleitoral, sem tempo para análise aprofundada antes da votação de domingo (25/out). O senador afirmou no debate não ter “nada a esconder”, mas não se comprometeu formalmente com a abertura.

    Um novo inquérito da Polícia Federal chegou ao STF para apurar suspeitas de lavagem de dinheiro envolvendo Flávio Bolsonaro e o advogado Willer Tomaz, segundo o Valor Econômico. O relator sorteado foi o ministro Alexandre de Moraes. A defesa ainda não se manifestou publicamente sobre o procedimento.

    A análise aponta que o debate sobre sigilos e o histórico de investigações reforçam a polarização na reta final. Enquanto a campanha de Lula busca transferir o ônus da transparência para o adversário, o lado de Flávio trata a proposta como estratégia de desgaste. O segundo turno ocorre no domingo (25/out), com pesquisas indicando disputa acirrada.

    O QUE OS PERFIS NO X ESTÃO DIZENDO?
    Usuários como Pr Regis Oliveira escreveram “É chefe de milicia. #Flaviomiliciano”. Outros pedem abertura imediata de sigilos ou afirmam que a candidatura serve para evitar investigações. As publicações misturam referências ao caso da rachadinha, homenagens a Adriano da Nóbrega e o desafio recente de Lula.

    QUAL O STATUS DAS INVESTIGAÇÕES SOBRE FLÁVIO BOLSONARO?
    O inquérito sobre lavagem com Willer Tomaz está no STF. O caso antigo da rachadinha foi arquivado após anulação de provas. Não há condenação criminal transitada em julgado que impeça a candidatura, conforme regras do TSE.

    COMO A CAMPANHA DE FLÁVIO REAGIU AO DESAFIO DE LULA?
    Segundo aliados ouvidos pelo SBT News, o senador não pretende autorizar a abertura de sigilos. A posição é de que a proposta não altera o debate a cinco dias da votação.


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