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“Ecce Lula”: empresas francesas investirão R$ 100 bilhões no Brasil até 2030

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    Fórum Econômico Brasil-França revela planos de 14 empresas francesas para investir R$ 100 bilhões no Brasil nos próximos cinco anos, impulsionando setores como energia, infraestrutura e sustentabilidade – SAIBA MAIS

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    Brasília, 06 de junho de 2025

    Nos próximos cinco anos, 14 empresas francesas planejam aportar R$ 100 bilhões no Brasil, conforme anunciado por Jorge Viana, presidente da ApexBrasil, durante o Fórum Econômico Brasil-França, em Paris.

    O montante foi apresentado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva por Jean-Pierre Clamadieu, presidente do conselho da Engie, uma das maiores empresas privadas de energia no Brasil.

    “Esse investimento reflete a confiança no mercado brasileiro”, destacou Viana.

    Os investimentos priorizarão setores estratégicos como energia renovável, infraestrutura, mobilidade e descarbonização, alinhados à agenda da COP-30, que ocorrerá em Belém em 2025.

    A França, segundo maior investidor no Brasil, já possui 1.300 empresas no país, gerando 500 mil empregos.

    “O potencial de comércio bilateral é muito maior que os atuais US$ 10 bilhões, afirmou o ministro francês Laurent Saint-Martin.

    A relação entre Brasil e França foi fortalecida pela amizade entre Lula e Emmanuel Macron, presidente francês.

    Saint-Martin planeja visitar o Brasil entre junho e julho, com uma comitiva empresarial para ampliar os laços econômicos.

    “É hora de fortalecer coalizões pelo livre comércio”, disse o ministro, sinalizando otimismo com o mercado brasileiro.

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    A Engie lidera os planos com projetos em energia eólica, fotovoltaica e transmissão, incluindo R$ 8,5 bilhões já confirmados.

    Outros setores, como tecnologia e saúde, também atraem interesse, com empresas como a Swile expandindo operações em benefícios corporativos.

    “O Brasil é um mercado estratégico para nossa expansão global”, afirmou Loïc Soubeyrande, CEO da Swile França.

    O aumento dos investimentos reflete o reposicionamento global das empresas francesas, atraídas pela desvalorização do real e pelo potencial do mercado brasileiro, com 100 milhões de consumidores utilizando produtos franceses diariamente.

    “A estabilidade política atual favorece novos negócios”, destacou Viana, contrastando com o governo anterior.

    Nas redes sociais, o Presidente Lula felicitou a Apex Brasil e o Itamaraty pela organização deste encontro, juntamente com a CNI e a federação patronal francesa Medef.

    Iniciativas como essas contribuem enormemente para o adensamento das relações entre nossos países, ao trazer a dimensão empresarial para o centro da agenda bilateral“, escreveu o estadista em sua conta oficial na plataforma de microblog X.

    “Estamos engajando o setor privado no avanço de projetos estratégicos vantajosos para os dois lados. Há treze anos um presidente brasileiro não realizava uma visita de Estado à França“, lembrou.

    Quando a presidenta Dilma Rousseff esteve em Paris, em 2012, nosso intercâmbio atingiu seu ápice de 10 bilhões de dólares. Desde então, não conseguimos retomar esse patamar”, afirmou Lula.

    Meu governo está determinado a recuperar o tempo perdido e elevar nosso comércio à altura da Parceria Estratégica com a França, finalizou.

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