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CPMI do INSS acha contato de Flávio Bolsonaro em celular de Vorcaro e senador diz nunca teve contato

    Também foi encontrado o de Nikolas Ferreira, que disse que não lembra; Luciano Huck, deputados e empresários como Joesley Batista e Nelson Tanure também são descobertos

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    Flávio Bolsonaro
    Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira / Foto: Beto Barata/ PL | Daniel Vorcaro / Foto:Victor Moriyama/Bloomberg
    RESUMO
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO



    Brasília (DF/BR) ·♦· 16 de março de 2026

    A CPMI do INSS obteve acesso a documentos que revelam novos contatos salvos nos celulares do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

    Entre os números destacados estão os do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

    O senador Flávio Bolsonaro declarou que “nunca teve contato com o dono do Banco Master” e acrescentou que “o número do meu telefone não é propriamente um segredo”, sugerindo que terceiros poderiam ter repassado o contato.

    Já o deputado Nikolas Ferreira afirmou que não se recorda de conversas telefônicas ou mensagens com Vorcaro, embora admita a possibilidade em razão de amigo em comum, o pastor André Valadão.

    Ele garantiu que “tenho certeza de que nenhuma eventual mensagem ou conversa era sobre lista de pagamentos ou contratos”.

    O parlamentar reconheceu ter viajado em avião de propriedade de Vorcaro, mas disse desconhecer a titularidade da aeronave.

    A lista examinada pela comissão inclui ainda empresários como Joesley Batista e Nelson Tanure, além de políticos já citados em etapas anteriores: o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL-RJ); o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), contratado para assessoria; o senador Ciro Nogueira; o ex-presidente Michel Temer; o presidente do União Brasil, Antonio Rueda; o ex-ministro Guido Mantega; e o apresentador Luciano Huck.

    Os ministros do STF, Alexandre de Moraes e Kassio Nunes Marques, também figuram na agenda de contatos.

    Moraes mantinha amizade com Vorcaro, que contratou o escritório da esposa do ministro, Viviane Barci de Moraes, para serviços advocatícios. Nunes Marques declarou não ter mantido qualquer contato com o ex-banqueiro.

    As informações foram publicadas originalmente pela Folha de S.Paulo (coluna de Mônica Bergamo, segunda-feira (16/mar)).

    Outras fontes repercutiram o caso, confirmando a presença de nomes do Judiciário e do Congresso em listas anteriores, sem indícios exclusivos de novas interações criminosas.

    As revelações reforçam a importância de investigações rigorosas para preservar a democracia e a confiança nas instituições, especialmente quando envolvem conexões entre poder econômico e figuras públicas.

    O deputado federal Lindbergh Farias acusa cúpula do Banco Central e aliados de Bolsonaro em suposto esquema financeiro

    O deputado federal Lindbergh Farias apresentou graves denúncias envolvendo o que classifica como um esquema de corrupção operado durante a gestão anterior, batizado por ele de “Bolsomaster”.

    Segundo o parlamentar, a organização teria contado com a complacência de altos cargos do Banco Central e o envolvimento de figuras centrais do núcleo político do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    A peça central da acusação baseia-se na descoberta do nome do senador Flávio Bolsonaro e do deputado Nikolas Ferreira na lista de contatos telefônicos do empresário Vorkaro, proprietário do Banco Máster.

    Lindbergh sustenta que as relações extrapolam o campo institucional, citando também a proximidade desses políticos com o pastor André Valadão, cujo nome também figuraria nos registros de Vorkaro.

    O foco das críticas do deputado recai sobre a atuação de Roberto Campos Neto à frente do Banco Central.

    O parlamentar alega que, em 2017, a autoridade monetária havia barrado a compra do antigo Banco Máxima (hoje Banco Máster), mas que a decisão foi revertida em 2019, logo no início do governo Bolsonaro e sob a gestão de Campos Neto.

    Lindbergh afirma que houve uma série de flexibilizações regulatórias, especialmente no mercado de precatórios, feitas sob encomenda para beneficiar a instituição financeira.

    Diante dos fatos, o deputado informou que acionou o Comitê de Ética da Presidência da República e protocolou uma representação criminal para que a Polícia Federal investigue a conduta de Roberto Campos Neto.

    Ele ressalta que a liquidação da instituição só ocorreu em 2025, já sob a nova diretoria do BC liderada por Gabriel Galípolo, e atribui o avanço das apurações ao empenho do ministro Fernando Haddad e do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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