Os deputados federais do PT, Rogério Correia (MG), Alencar Santana (SP) e Paulo Pimenta (RS), anunciam entrega do Relatório da Maioria da CPMI do INSS, rejeitado pelo colegiado, à PF, AGU, PGR e STF / Imagem reprodução/Instagram @pimenta13br
Brasília (DF) · 07 de abril de 2026
O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) anunciou nesta terça-feira (7/abr) que a investigação sobre as fraudes no INSS segue em frente.
Mesmo com a rejeição do relatório da maioria na CPMI do INSS, o documento será encaminhado às instituições responsáveis pela apuração.
“Não aprovaram o relatório da maioria na CPMI do INSS. Mas a investigação não para. Vamos entregar o relatório às autoridades: Polícia Federal, PGR, AGU e STF. Quem tentaram blindar, nós vamos expor. Quem roubou, vai responder. Sem pizza. Com verdade, responsabilização e devolução do dinheiro aos aposentados”, afirmou Paulo Pimenta em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, ao lado de homólogos da legenda, Rogério Correia (MG) e Alencar Santana (SP).
A CPMI do INSS encerrou os trabalhos em 28 de março sem relatório final aprovado. O parecer do relator, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), foi rejeitado por 19 votos a 12.
A base governista havia apresentado um relatório alternativo, mas o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), não o submeteu à votação, o que gerou críticas de afronta ao regimento.
O relatório da maioria, elaborado por parlamentares da base, identifica o funcionamento de uma máfia do INSS e solicita o indiciamento de cerca de 130 pessoas.
O documento atribui ao ambiente administrativo do governo anterior a expansão das fraudes que prejudicaram milhões de aposentados.
Ao encaminhar o material à Polícia Federal, à Procuradoria-Geral da República, à Advocacia-Geral da União e ao Supremo Tribunal Federal, os parlamentares reforçam o compromisso com a democracia e a Justiça.
A medida assegura que as apurações sigam os caminhos institucionais e que eventuais recursos desviados retornem aos beneficiários do INSS.
A decisão mantém acesa a discussão sobre a necessidade de fortalecimento dos órgãos de controle e de transparência no Congresso Nacional, garantindo que esquemas contra o patrimônio público não fiquem impunes.
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O que vimos nessa cpmi foi bandidos tentando blindar bandidos