Conhecida nas redes sociais como “PEC da BANDIDAGEM“, projeto para blindar parlamentares alivia aqueles que são “crimonosos” – Apresentador deu a notícia demonstrando indignação – ASSISTA
Brasília, 17 de setembro de 2025
O apresentador do telejornal Jornal Nacional, da Rede Globo, William Bonner, leu a notícia da aprovação da PEC da Blindagem em primeiro turno na Câmara dos Deputados, na noite de terça-feira (16/set), em uma ‘performance’ diferente da habitual.
O telejornalista modulou a voz para expressar estarrecimento e ironizar o fato de que, caso seja aprovada em definitivo, o STF (Supremo Tribunal Federal) só poderá abrir uma ação penal contra parlamentares se houver aprovação do Congresso, “com votação secreta“.
Bonner ironiza Congresso depois de anunciar aprovação de projeto que blinda deputados de investigação pic.twitter.com/F4m6ioTthr
— Bruno Guzzo® (@brunoguzzo) September 17, 2025
Nas redes sociais, o que se comenta é que aqueles que votaram em favor do texto têm “rabo preso” por conta das emendas secretas.
De acordo com o ativista, bacharel em Direito e sociólogo Rodrigo Luis Veloso, “circula em Brasília a informação que há um inquérito imenso na PF envolvendo a corrupção com esse dinheiro” e “o voto nessa PEC é um recebido de culpa“.
RECEBA NOSSAS ÚLTIMAS NOTÍCIAS EM SEU E-MAIL
Vamos ser claros. Quem votou a favor da PEC da Bandidagem é porque está com rabo preso na destinação de emendas secretas. Circula em Brasília a informação que há um inquérito imenso na PF envolvendo a corrupção com esse dinheiro.
— Rodrigo Luis Veloso (@rodrigoluisvelo) September 17, 2025
O voto nessa PEC é um recebido de culpa.
Uma das surpresas da votação é Jilmar Tatto (PT-SP), ainda que como uma ovelha desgarrada do rebanho petista, que votou em peso contra a proposta.
Os que apoiaram são em maioria do centrão, incluindo siglas como Republicanos, PP e PL, lideradas por figuras como o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o ex-presidente Arthur Lira (PP-AL), articuladores da pauta.
Oposicionistas bolsonaristas, como Carlos Jordy (PL-RJ), celebraram a medida como forma de “evitar abusos de autoridade”, citando buscas em suas residências (SAIBA MAIS AQUI).







