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Bolsonaristas defendem em BH a mesma democracia defendida por Moraes e pedem seu impeachment

    Políticos de todo Brasil durante ato na Praça da Liberdade – Belo Horizonte (MG) | LEANDRO COURI / EM / DAPRESS

    Ato também foi pró-anistia a golpistas de 8 de Janeiro, que atentaram contra a democracia após a vitória de Lula, e contra o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco – Os parlamentares pediram liberdades, como se o país vivesse uma ditadura

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    Parlamentares se reuniram neste domingo (29/9), na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte (MG) para um ato que já havia sido prometido para o estado berço político do Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD).

    A ideia é constrangê-lo e pressioná-lo a levar adiante todos os 22 pedidos de impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, que chegaram a Pacheco.

    Durante o evento, deputados, senadores e outros políticos de todo o Brasil defenderam a liberdade de imprensa, além de pleitear a anistia para os presos do dia 8 de janeiro, informou o jornal Estado de Minas. A maioria dos participantes no palanque apoia o ex-presidente inelegível Jair Bolsonaro (PL).

    O deputado federal Eros Biondini (PL-MG) afirmou que é responsabilidade de todos lutar pela liberdade, que é fundamental, que inclui a liberdade de imprensa, religiosa e de manifestação, que devem ser reivindicadas para o Brasil, como se todas as liberdades citadas fossem proibidas.

    A deputada estadual Chiara Biondini (PL-MG) disse que todos foram “lutar” por seus “direitos e valores” e que Moraes tem “comportamento autoritário“, o que os parlamentares não podem “permitir”, disse, em fala que novamente carece de razoabilidade.

    Magno Malta (PL-ES) fantasiou dizendo que “quando você enjaula uma fera e não dá água nem comida, ela quer sair. O Brasil está sob a influência desse consórcio maligno, que envolve o Tribunal Superior, o Supremo, o presidente do Senado e figuras que representam ideais comunistas” que “liga grupos como o PCC, o Comando Vermelho e o MST“. Depois, Malta disse que “Alexandre de Moraes violou a Constituição“.

    O senador Cleitinho (Republicanos-MG) disse que a manifestação busca apoio para o impeachment de Moraes em todas as capitais.

    Marcel Van Hatten (Novo-RS) afirmou que Pacheco deve ouvir o clamor do povo brasileiro pelo impeachment Moraes, como se todos os brasileiros o quisessem. Argumentou ainda sobre “censura” característica de regimes autoritários, que afeta mais de 20 milhões de brasileiros, sem citar, claro, que a suspenção do X pelo ministro está relacionada às fake news na plataforma. Neste sentido, inverteu a realidade ao afirmar que a censura não combate mentiras, mas ataca a verdade e a oposição política.

    O deputado estadual Caporezzo (PL-MG) disse que o movimento visa pressionar Pacheco a pautar o impeachment o ministro que tem violado a Constituição e pactos de direitos humanos que o Brasil assinou.

    O deputado federal e candidato à Prefeitura de Contagem, Junio Amaral (PL-MG), disse que o cerceamento da liberdade é o principal problema do Brasil e que há um excesso de poder no Supremo. Também citou perseguição de adversários políticos.

    Deputada estadual Amanda Teixeira Dias (PL-MG) disse que o povo se manifesta pela manutenção de seus direitos respeitados, como se eles estivessem sendo retirados da população. Ela argumentou sobre “medo de opinar” e que reivindicar o impeachment é legal e previsto previsto na Constituição”.

    Enquanto isso, Moraes segue do outro lado destas narrativas, sempre em defesa da democracia.

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