Irã alega destruição total de instalações dos EUA na região e pontos militares israelenses em nova escalada da Operação Verdadeira Promessa 4, exigindo diálogo urgente para paz e justiça no Oriente Médio
Brasília (DF) · 18 de março de 2026
O Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (IRGC) anunciou o término bem-sucedido da 62ª onda da Operação Verdadeira Promessa 4, com ataques a todas as bases dos EUA na região e pontos de reunião militares israelenses.
A informação foi divulgada pela PressTV nesta quarta-feira (18/mar).
Segundo o comunicado oficial do IRGC, os alvos israelenses em Acre, Haifa, Tel Aviv e Beersheba foram destruídos por mísseis de múltiplas ogivas e drones de precisão, sem que as sirenes de alerta fossem acionadas – sinal da capacidade de penetração iraniana.
As bases americanas foram arrasadas pela terceira vez consecutiva, incluindo a Base Aérea Ali Al Salem no Kuwait, a Victory Base no Iraque, a Al Kharj na Arábia Saudita, a Al Udeid no Qatar, instalações em Emirados Árabes Unidos, a Al Azraq na Jordânia, a base da Fifth Fleet no Bahrein e a Arifjan no Kuwait.
“O inimigo está preso e aprisionado em um triângulo de coesão nacional dos iranianos, do imenso poder de mísseis e drones e do apoio da opinião pública mundial aos iranianos”, destacou o IRGC no texto reproduzido também pela Mehr News e pela Fars News.
A ação faz parte da resposta sustentada à escalada iniciada em 28 de fevereiro, que, segundo Teerã, envolveu o assassinato do Ayatollah Seyyed Ali Khamenei e de milhares de civis.
Desde então, o Irã disparou cerca de 700 mísseis e 3.600 drones contra alvos militares, sempre enquadrados como legítima autodefesa sob o direito internacional.
Até o momento, fontes israelenses como o The Times of Israel e o Jerusalem Post não divulgaram comunicado específico sobre os impactos da onda 62, embora mantenham cobertura constante de intercepções e operações defensivas no conflito.
Do lado americano, o Pentágono e o CENTCOM registram em balanços gerais a redução do volume de ataques iranianos e o sucesso de contra-operações para proteger instalações regionais, sem menção direta ao episódio desta quarta-feira (18/mar).
O episódio reforça a necessidade de interrupção do ciclo de violência no Oriente Médio, onde a retaliação contínua entre o Irã, Israel e os EUA cobra alto preço em estabilidade regional e reforça a urgência de caminhos diplomáticos ancorados em justiça e soberania.

SIGA NAS REDES SOCIAIS

![]()
Compartilhe via botões abaixo:

