‘Zero Um’ é o mandante do assassinato de Marielle Franco’, conclui professor após “ligar os pontos”

31/10/2019 3 Por Redação Urbs Magna

Após a Rede Globo sacudir o Brasil com seu telejornalismo do JN desta terça (29), onde alardeou possível envolvimento do presidente Jair Bolsonaro com o assassinato da vereadora Marielle Franco (veja o vídeo), um professor universitário “liga os pontos”, com sua opinião sobre o caso, em publicação intitulada ‘O assassino!’, e conclui que ‘Flávio’ foi o mandante do crime


Em uma publicação no portal Revista Fórum, o professor, que é também escritor, chega à conclusão de sua afirmativa após condensar o noticiário político do “Brasil pós-golpes de 2016 e 2018“, através do qual diz que é “fácil ser profeta” bastando “seguir os acontecimentos e ligá-los porque eles são por demais previsíveis“.

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Na opinião do escritor, os ministérios do Governo Bolsonaro são compostos por criminosos que incentivam a violência compondo o que denominou de “República dos Assassinos do Brasil.

O autor da matéria ainda sugere um “roteiro de toda a trama que resultou no duplo homicídio de Marielle e Anderson naquele fatídico início de ano de 2018“, onde a vereadora assassinada “tinha se tornado uma voz trovejante ao denunciar o descalabro das milícias e da chacina do povo pobre e preto do Rio“, o que a posicionava, segundo o professor, “em alta cota para a futura eleição para senadora da República” representando o Estado do Rio de Janeiro e “atrapalharia os planos do inepto e neomiliciano Flávio Bolsonaro“.

Sobre o telejornalismo apresentado no Jornal Nacional, da Rede Globo, na noite de terça (29), o escritor interpreta e conclui que, após a ordem do crime e sua execução, os assassinos “se dirigiram apressadamente para o condomínio de Bolsonaro” onde, “ainda com sangue nos olhos do feito macabro apenas realizado, solicitaram ao porteiro que ligasse para a casa 58, a de Bozo pai, para liberar a entrada no condomínio.”

Sequencialmente, o professor acrescenta que, segundo sua opinião, “a ligação foi automaticamente transferida para o celular de Bolsonaro que estava com viagem marcada para o Rio naquele dia, mas resolvera ficar em Brasília, para não dar tão na cara.”

E, ainda em sua conclusão descrita na postagem, “Bolsonaro autorizou” e “seus cúmplices dirigiram-se então à casa de um dos milicianos, mas não a de Bolsonaro, para esconder as armas e apagar os indícios dos assassinatos.”

Assista à reportagem do JN da Globo sobre o caso 👇

*Este artigo, como o portal ‘Revista Fórum’ também enfatizou ao encerrar a matéria, não reflete, necessariamente, a opinião do ‘Et Urbs Magna’

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