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Zambelli leva surra de colegas presidiárias na Itália e é transferida de cela

    Detentas do Presídio de Rebibbia, em Roma, já vinham agredindo a ex-deputada bolsonarista há algum tempo – SAIBA MAIS

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    A ex-deputada
    A ex-deputada Carla Zambelli chega para audiência no Tribunal de Apelações de Roma |27.8.2025| Foto: TV Globo

    Brasília, 26 de dezembro 2025

    Presa no Complexo Penitenciário de Rebibbia, em Roma, há cinco meses, a ex-deputada federal bolsonarista Carla Zambelli enfrentou uma série de agressões físicas por parte de outras detentas, culminando em uma transferência urgente de cela para preservar sua integridade.

    De acordo com o advogado de defesa, Fábio Pagnozzi, as investidas ocorreram pelo menos três vezes já há alguns meses, mas o presídio italiano inicialmente ignorou as queixas, alegando alta rotatividade de presos.

    Diante da persistência dos riscos, a defesa solicitou e obteve a mudança de Zambelli do andar térreo para um superior, uma medida que trouxe alívio temporário à ex-parlamentar.

    O senador Magno Malta (PL-ES), que visitou Zambelli em setembro ao lado de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Damares Alves (Republicanos-DF) e Eduardo Girão (Novo-CE), revelou publicamente os episódios durante um culto evangélico, descrevendo-a como “congelada” ao revê-los e pedindo orações por sua situação.

    Embora Malta tenha mencionado três agressões inicialmente, ele corrigiu para duas em declarações posteriores, e a defesa confirmou os incidentes sem registro formal junto às autoridades italianas, optando por resolver internamente.

    Turbulência na prisão de Zambelli surge no contexto de sua fuga audaciosa do Brasil para evitar cumprir uma condenação de 10 anos imposta pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) por invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em conluio com o hacker Walter Delgatti Neto.

    Como presa, ela já estava impedida de exercer o mandato, embora a Câmara dos Deputados inicialmente rejeitasse a perda do cargo – decisão criticada pelo ministro Alexandre de Moraes como inconstitucional, violando princípios de legalidade, moralidade e impessoalidade.

    Em 14 de dezembro, Zambelli formalizou sua renúncia ao mandato parlamentar junto à Secretaria-Geral da Mesa da Câmara, pavimentando o caminho para a posse do suplente Adilson Barroso (PL-SP).

    O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), determinou a convocação imediata, alinhada ao regimento interno e à legislação eleitoral.

    Essa transição não apenas altera o equilíbrio político no Congresso, mas também levanta questões sobre o futuro de Zambelli.

    Com o processo de extradição em andamento, baseado no tratado bilateral, o público aguarda o retorno da ex-deputada ao Brasil, para cumprir sua pena e pagar por seus crimes.

    Relatos dos visitantes supracitados descrevem Zambelli como abatida, com saudades da família e sensação de abandono, mas ela poderia estar no Brasil em melhor situaçao – a deputada afirmou ao fugir que jamais seria presa.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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