A ex-bolsonarista Sara Giromini (Winter), em foto polêmica da época em que apoiava o presidente recém-eleito, Jair Bolsonaro, que aparece ao lado das deputadas federais Bia Kicis e Carla Zambelli | Sobreposição de imagens
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PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO
A ex-bolsonarista lamentou após afirmar: “Nós recebíamos diretrizes diretas do Planalto (…) Tínhamos certeza que, se acontecesse alguma coisa, teríamos um respaldo legal, jurídico e econômico. O que aconteceu foi o contrário“
Sara Giromini, que teve cargo de coordenadora no Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, comandado por Damares Alves, e organizou acampamentos em defesa do presidente em Brasília, afirmou que se decepcionou “demais com o Bolsonaro”.
O governo dele foi uma grande ilusão para os conservadores. Eu tenho vergonha de quando saía na rua gritando ‘mito’, afirmou.
A ativista se queixa também da falta de apoio quando foi presa pelo (STF) após uma série de ataques à Corte, conforme mostrou trecho de uma publicação do jornal O Globo, desta segunda-feira (15/11). Sara, cujo codinome é Winter, acusa as deputadas federais Carla Zambelli e Via Kicis por tê-la orientado sobre “em quem bater“:
“Nós recebíamos diretrizes diretas do Planalto. A Carla Zambelli e a Bia Kicis (deputadas) diziam em quem a gente deveria bater ou não”, transcreve o jornal, segundo as palavras da ativista.
“Tínhamos certeza que, se acontecesse alguma coisa, teríamos um respaldo legal, jurídico e econômico. O que aconteceu foi o contrário“, lamentou, sentindo-se abandonada e arrependida.
