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“Votar em LULA é votar no futuro, não no passado. E enquanto discutimos, o presente nos atropela”

    “LULA não defende a violência (…), não despreza procedimentos (…), respeita as regras do jogo e já liderou uma concertação (…), fazendo o país viver um período importante de desenvolvimento com distribuição de renda”, escrevem Neca e Mariana Almeida, na Folha

    A doutora em psicologia da educação (PUC-SP), socióloga e presidente do Conselho da Fundação Tide Setubal, Maria Alice Setubal (Neca), e a superintendente da Fundação Tide Setubal, professora do Programa Avançado em Gestão Pública do Insper e doutora em economia do desenvolvimento (FEA-USP), Mariana Almeida, escrevem, na Folha de S. Paulo, “por que votamos em LULA.

    Enquanto discutimos propostas e medos do passado, o presente nos atropela“, dizem. “Neste período eleitoral, temos debatido muito mais erros e concepções de períodos anteriores do que refletido sobre os desafios que temos para o futuro. E eles não são poucos ou simples. Vivemos múltiplas crises: econômica, política, social e ambiental“.

    Estamos nos referindo tanto aos passivos históricos, como desigualdades sociais e raciais, que nunca resolvemos, quanto aos desafios impostos pela aceleração das mudanças climáticas e o advento das novas tecnologias, que impactaram nossa forma de produzir e de consumir e mudaram de maneira definitiva a organização do mundo do trabalho”, argumentam.

    O voto neste segundo turno deve levar em consideração quem, dentre os candidatos que até aqui chegaram, é capaz de melhor promover essa concertação [pacto] nacional. Acreditamos que essa pessoa é Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    “Isso porque Lula não defende a violência como método de solução de conflitos, não despreza procedimentos institucionais, respeita as regras do jogo e já liderou uma concertação em um outro momento, fazendo o país viver um período importante de desenvolvimento com distribuição de renda”.

    Neste ano, Lula deu sinais contundentes de abertura ao escolher como seu vice um antigo concorrente, Geraldo Alckmin (PSDB), fato que não deve ser menosprezado“.

    É disso que se trata a democracia. De abertura para a conversa, de construção de procedimentos conjuntos e de uma capacidade de somar frentes por um pacto coletivo maior”.

    E é de mais democracia que precisamos, não de menos, para combater nossos problemas econômicos, ambientais, sociais e políticos. Então não se trata de dar um voto ao passado, mas ao futuro. Pela democracia, pelo Brasil, pelo futuro, votamos Lula.

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