Terceiro aumento em 25 dias foi liderado pela multinacional inglesa Shell, que foi seguido por outras petrolíferas estabelecidas no país
Sob o governo de Javier Milei, após pacotes polêmicos como o DNU, que implicou em dois aumentos nos preços dos combustíveis aplicados em dezembro, petrolíferas na Argentina voltaram aos reajustes, agora em cerca de 27%, na noite de terça-feira (2/1), o que já acumula 90% em 25 dias.
Um posto no bairro portenho de Flores exibiu cartazes com preços da gasolina atualizados. A imagem mostra o litro da ‘Super‘ a 739 pesos e a ‘Premium‘ a 888 pesos.
Foram registradas filas em alguns postos de combustíveis em Buenos Aires, segundo o ‘Clarín‘.
Nos últimos minutos de terça e nos primeiros desta quarta-feira (3/1), foram vistas filas de veículos.
“Durante 2023 registou-se um aumento de 260 por cento, no total. Agora será entre 25 e 27 por cento”, disse o presidente da Câmara dos Empresários dos Combustíveis do país, Raúl Castellanos, ao canal de TV C5N.
