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Vieira diz que reunião com Rubio foi “ótima”, mas segundo Eduardo Bolsonaro ministro saiu “atordoado”

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    Mauro Vieira
    Mauro Vieira durante coletiva a jornalistas após reunião com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio |16.10.2025| Imagem reprodução | No detalhe, o deputado federal Eduardo Bolsonaro / Imagem redes sociais


    Deputado compartilhou texto sobre suposta condição imposta pelo secretário de Estado dos EUA ao Brasil, enquanto o gestor do Itamaraty transmitiu otimismo durante entrevista logo após o encontro – ENTENDA



    Brasília, 16 de outubro 2025

    O encontro de alto nível entre o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, e o secretário de Estado designado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, o também republicano Marco Rubio, para discutir o tarifaço terminou com declarações de otimismo e progresso, segundo o chefe do Itamaraty.

    O ministro de Lula classifica como ‘muito produtiva’ a reunião que durou cerca de 20 minutos e ocorreu na Casa Branca. As discussões abrangeram, além das tarifas, temas de diplomacia entre os dois países.

    Assim, segundo Vieira, a expectativa em torno da capacidade de negociação do Brasil é alta, dado o impacto das sobretaxas no comércio bilateral, conforme divulgações das principais mídias brasileiras.

    Até o fechamento desta matéria, nenhum jornal estadunidense havia abordado o encontro de hoje.

    Mas o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) divulgou em suas redes sociais uma postagem do perfil The Incorrupt, no X, dizendo que Rubio teria condicionado avanços nas conversas sobre tarifas à revisão da “opressão judicial no Brasil“.

    Eduardo e o jornalista Paulo Figueiredo compareceram no Departamento de Estado dos Estados Unidos na véspera do encontro entre Vieira e Rubio, segundo informou à CNN o réu no STF.

    Segundo a conta compartilhada pelo deputado no X, a diplomacia tentou vender o encontro como “degelo”, mas terminou sem acordo sobre o tarifaço de 50% imposto aos produtos brasileiros.

    De fato, durante entrevista não foram divulgadas tratativas, mesmo com a matéria compartilhada pelo filho do condenado Jair Bolsonaro carecendo de confiabilidade.

    O texto diz ainda que a conversa também abordou relações do Brasil com Venezuela e China, mas o tom foi duro, com os EUA exigindo garantias de liberdade política e jurídica antes de flexibilizar tarifas ou acordos.

    Em tom sensacionalista, o editor do texto diz que “Vieira saiu da Casa Branca “atordoado” e que o degelo existiu só no protocolo“.

    A publicação termina com uma frase suspeita demais: “Na prática, o recado foi claro: sem democracia plena, não há comércio privilegiado“. Ou seja: o tom da informação, caso estivesse sob julgamento do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, por exemplo, seria classificado como sendo “tão golpista quanto a família Bolsonaro“.

    Contudo, fontes de notícias brasileiras se embasaram nas próprias declarações do chanceler após o encontro, em uma rápida coletiva a jornalistas em um espaço cedido pela Casa Branca, argumentando principalmente que, em uma declaração que aponta para a viabilidade das negociações, o chanceler Vieira destacou que o Governo Trump mostrou ‘muita disposição’ para negociar tarifas‘.

    E ainda, que este sinal de abertura por parte da administração americana é um elemento crucial para a diplomacia brasileira, que busca soluções rápidas para o conflito comercial.

    A ideia que fica é a de que o resultado positivo da conversa sugere um caminho aberto para a continuidade do diálogo e a possível reversão, total ou parcial, das medidas protecionistas em um futuro próximo.



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