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“Duvido que esta mão tivesse mais de 6 ou 7 anos de idade”, diz iraniano segurando braço durante resgate (vídeo)

    Imagens chocantes expõem dor após ataque a escola, com famílias abaladas em meio a escalada de tensões regionais, com alegações de armas e violações éticas – ENTENDA e leia as últimas atualizações

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    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


    Teerã (IR) · 28 de fevereiro de 2026

    Em um registro comovente gravado diante das ruínas de um prédio demolido por bombardeio atribuído a Israel, um homem segura a mão de uma criança e profere palavras carregadas de emoção e resistência religiosa.

    “Se o regime sionista pensa que, com esses crimes, pode nos afastar do Islã, da nossa religião, de Deus e do nosso Profeta, está redondamente enganado.”

    Essa declaração, proferida enquanto o homem observa a mão da criança, evoca profundidade espiritual, destacando “nós vimos Karbala” – uma referência à batalha histórica de Karbala, em 680 d.C., onde o Imam Hussein, neto do Profeta Maomé, foi martirizado junto a seus seguidores, simbolizando resistência xiita contra opressão.

    O termo “Imam” aqui alude a líderes espirituais reverenciados no xiismo, a religião predominante entre os iranianos, que constitui cerca de 90% da população do Irã e enfatiza a sucessão hereditária dos imames após o Profeta.

    Em contraste, a religião majoritária em Israel é o judaísmo, com ênfase na Torá e na tradição rabínica, moldando uma identidade nacional frequentemente entrelaçada com questões de segurança regional.

    O vídeo, que circula amplamente nas redes, captura o homem enfatizando “Olhem para o formato desta mão. Duvido que esta mão tivesse mais de seis ou sete anos de idade.” e “Olhem bem para a mão desta criança, nobres senhores” – trechos que ressaltam a inocência perdida em meio ao caos.

    Ele acusa o “regime sionista” de crimes visíveis ao mundo, apelando a defensores da liberdade para testemunharem a atrocidade.

    Essas palavras ganham peso no contexto do bombardeio ocorrido em sábado (28/fev), que destruiu uma escola primária para meninas em Minab, na província de Hormozgan, sul do Irã.

    De acordo com relatos exclusivos de fontes iranianas, o ataque conjunto de Estados Unidos e Israel atingiu múltiplos alvos, incluindo instalações defensivas e civis.

    A IRNA detalha que o bombardeio na escola de Minab resultou em pelo menos 85 mortes, incluindo 53 alunas inocentes, e mais de 92 feridos, com esforços de resgate ainda em andamento para vítimas presas nos escombros.

    A agência estatal iraniana classifica o incidente como uma “violação flagrante” da Carta das Nações Unidas, com o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei, condenando-o como um ato de agressão contra civis.

    Já a Press TV relata que o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, prometeu que o “massacre na escola não ficará sem resposta“, destacando que o prédio estava lotado de alunas no momento do ataque, elevando o número de vítimas para cerca de 82 mortes e 92 feridos.

    Outros incidentes incluem 18 civis mortos em Lamerd, na província de Fars, e explosões em Teerã, com sons de defesas aéreas ecoando pela capital.

    Passando para perspectivas de mídias em Israel e nos Estados Unidos, oHaaretz enfatiza que os ataques visaram símbolos de poder iraniano, incluindo instalações nucleares e militares, com o presidente Donald Trump exortando os iranianos a “assumirem o controle de seu governo” após as operações.

    O The New York Times relata que os bombardeios seguiram negociações fracassadas sobre o programa nuclear iraniano, com Trump alegando que o Irã estaria reconstruindo capacidades para armas nucleares, apesar de evidências de agências de inteligência indicando que não há ameaça iminente, que questiona as alegações como “falsas ou não comprovadas“.

    Os motivos alegados pelos EUA e Israel para os ataques de sábado (28/fev) centram-se em preocupações nucleares, com Trump afirmando que o Irã estaria produzindo armas atômicas – uma reivindicação ecoada em declarações como “Eles não querem dizer as palavras-chave: ‘Não vamos ter uma arma nuclear‘”, conforme reportado pelo NPR.

    No entanto, análises de mídias aliadas e críticas, como o Al Jazeera, sugerem exagero da ameaça, comparando ao pretexto para a invasão do Iraque em 2003, e questionam se há ganância subjacente, como controle de recursos energéticos e influência regional, em vez de defesa legítima.

    O Human Rights Watch e o Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos condenam as ações como violações de direitos humanos, destacando mortes civis e o risco de crimes contra a humanidade, enquanto mídias como Reuters reportam retaliações iranianas em bases americanas.

    Fundamentos nucleares carecem de prova irrefutável, priorizando mais os direitos humanos das vítimas inocentes do que alegações geopolíticas.

    Relatos recentes do Al Jazeera indicam retaliações iranianas em bases no Golfo, com possíveis escaladas; detalhes adicionais em breve.

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    Um iraniano
    Um iraniano segura um braço de criança após os bombardeios de Israel e dos EUA no país persa. Ele afirma que a criança – que foi para a escola pela manhã, tinha entre 6 e 7 anos de idade |28.2.2026| Imagem reprodução/X/@DaniMayakovski
    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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