“Se depender de Bolsonaro, teremos mais meio milhão de mortes“, alerta o deputado federal Alessandro Molon – líder da oposição na Câmara dos Deputados. Na gravação compartilhada pelo parlamentar, Bolsonaro diz que se a pessoa “pegou o vírus, tá imunizada” – ASSISTA:
Em entrevista à rádio Regional FM 91.5 MHz, na manhã desta segunda-feira (23/8), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a falar que quer o fim do uso obrigatório de máscaras de proteção contra a Covid-19, principalmente em decorrência do estágio de vacinação contra o vírus no país e dada a quantidade de pessoas que já se contaminaram, que segundo ele, “estão imunizadas”. A ciência no entanto já afirmou que quem se contaminou uma vez pode pegar a doença novamente. Para o deputado federal Alessandro Molon (PSB-RJ) – líder oposição na Câmara dos Deputados, Bolsonaro induz o povo a “erro fatal” e “Se depender” dele “teremos mais meio milhão de mortes“, alertou.
À rádio, Bolsonaro disse que “alguns países do mundo já liberaram geral. Eu pedi um estudo para o nosso Ministério da Saúde, hoje vou me reunir com o ministro Queiroga pra nós darmos uma solução pra esse caso. A ideia é a seguinte, pela quantidade de vacinados e pelo número de pessoas que já contraíram o vírus. Nós tornamos facultativo e orientarmos que o uso da máscara não seja mais obrigatório, essa é a nossa ideia, que talvez tenha uma data, a partir de hoje para essa recomendação”.
Em junho, durante solenidade no Palácio do Planalto, Bolsonaro disse que faria um parecer para desobrigar o uso de máscaras por pessoas que já tiveram Covid-19 e por vacinados. O presidente da República, contudo, não havia detalhado na época como se daria essa “liberação”, uma vez que não há norma federal obrigando o uso de máscaras pela população, mas sim decretos estaduais, municipais ou distritais.
Bolsonaro ainda criticou as diretrizes impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para a gestão da pandemia. “O Supremo Tribunal Federal simplesmente deu poderes a governadores e prefeitos para ignorar o governo federal. Não basta apenas a gente orientar pra ser”, salientou, conforme mostrou o Metrópoles.
Apesar da afirmação de que se reunirá com o ministro da Saúde nesta segunda-feira (23/8) para tratar do assunto, Marcelo Queiroga estará em agenda em São Paulo até o fim do dia.
No Twitter, Molon disse que isso é “absurdo!” e que “o presidente está induzindo o povo a um erro fatal. O parlamentar pediu ao povo: “Continuem usando máscara! Preservem a vida de vocês e de todos ao redor porque, se depender de Bolsonaro, teremos mais meio milhão de mortes“.
A deputada estadual Janaína Paschoal demostra que trilha o mesmo caminho, ao defender em rede social a reabertuda de universidades sob a justificatjva que as praias e bares voltaram a lotar. Mas, a autora do texto do impeachment contra Dilma Rousseff, tomou uma sequência de invertidas no Twitter, quando expôs sua ideia.
Paschoal disse que é absurdo: “Jornais mostram bares, praias e restaurantes CHEIOS em SP. Como podem as Universidades Públicas estarem fechadas, com Professores e funcionários pagos com dinheiro público? Turmas correm o risco de não graduar este ano, sobretudo na área de saúde, que depende da prática! ABSURDO!“
O seguidor Gabriel, por exemplo, respondeu na lata e admirou-se com a falta de inteligência da deputada: “Absurdo é você defender a aglomeração com a abertura das universidades, ao invés de defender o distanciamento com a redução dos bares, praias e restaurantes. Um erro não justifica o outro e me admira uma pessoa inteligente pense tanta besteira assim“.

ELE É SABIDAMENTE MALUCO E PRECISA SER INTERNADO JA. BASTARIA A FOTO DO DEMENTE ARRANCANDO A MÁSCARA DA CRIANÇA A SEU COLO PRA DAR-LHE O DESTINO MERECIDO: O MANICÕMIO. VOCÊS E JUDICIPÁRIO PRECISAM TOMAR A FRENTE PARA SALVAR O BRASIL., PARA ISSO SÃO PAGOS E MUITO REGIAMENTE!!
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