
Motoboy e Lucas Pavanato (PL-SP) | Imagem reprodução
Sindicalista foi chamado por Lucas Pavanato de “pelego do Ricardo Nunes” – ASSISTA e SAIBA MAIS
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Brasília, 29 de maio de 2025
VÍDEO: Momento que um dos motoboys consegue furar o bloqueio de seguranças, e pega o vereador bolsonarista Lucas Pavanato pelo colarinho, dentro da Câmara de São Paulo. pic.twitter.com/nYlbG6T1Ci
— Rodrigo Luis Veloso (@rodrigoluisvelo) May 29, 2025
Na tarde desta quinta-feira (29/mai), a Câmara Municipal de São Paulo virou palco de uma confusão envolvendo o vereador Lucas Pavanato (PL), conhecido por suas pautas conservadoras, que foi agarrado pelo colarinho por Gilberto Almeida dos Santos, presidente do SindimotoSP, durante uma audiência pública sobre a regulamentação do mototáxi.
A agressão ocorreu após Pavanato chamar o sindicalista de “pelego do Ricardo Nunes”, conforme relatado pelo Metrópoles. A sessão foi interrompida, e a Guarda Civil Metropolitana (GCM) conteve o tumulto.
O incidente começou quando Gil, aliado do prefeito Ricardo Nunes (MDB), foi vaiado por mototaxistas favoráveis à liberação do serviço.
Pavanato, defensor do mototáxi, ironizou o sindicalista, o que provocou a reação violenta. Segundo o UOL, ambos foram levados à delegacia para registrar boletins de ocorrência.
Pavanato sofreu escoriações leves, enquanto Gil alega ter sido agredido por seguranças.
A tensão reflete o embate entre a base de Nunes, contra o mototáxi, e vereadores como Pavanato, que buscam regulamentação.
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A audiência, marcada para discutir regras para o mototáxi, expôs divisões políticas na Câmara de SP.
Enquanto Nunes defende a proibição, citando altos índices de acidentes, mototaxistas protestaram com faixas como “queremos o nosso direito de trabalhar”.
Uma nova audiência foi agendada para 5 de junho, segundo o presidente da Casa, Ricardo Teixeira (União).
Pavanato, o vereador mais votado de São Paulo em 2024, é uma figura polêmica, alinhada a Jair Bolsonaro e Nikolas Ferreira. Suas pautas, como a proibição de pessoas trans em banheiros, já geraram críticas.
A agressão reforça o clima de polarização na política paulistana. A Câmara condenou a violência, reforçando que “concorda com a democracia, não com violência”.












