Português Inglês Irlandês Alemão Sueco Espanhol Francês Japonês Chinês Russo
Avançar para o conteúdo

Governo venezuelano denuncia “agressão imperialista” e mobiliza Forças Armadas em resposta a ataques e captura de Maduro

    Ministro da Defesa rejeitou a justificativa americana de combate ao narcotráfico, afirmando que o verdadeiro objetivo é impor uma mudança de regime e submeter a Venezuela ao “imperialismo norte-americano

    Clickable caption
    Padrino Lópes
    Padrino Lópes, ministro da Defesa da Venezuela, se pronuncia em favor do país após captura de Maduro / Imagem reprodução TeleSur


    Caracas, 3 de janeiro de 2026

    O ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, divulgou um vídeo oficial denunciando a escalada dramática das tensões entre Washington e Caracas, que culminou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciando, nesta madrugada, que forças americanas realizaram uma “operação em larga escala” contra a Venezuela, resultando na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.

    López classificou a ação como uma “agressão militar criminosa” motivada pela cobiça americana sobre os recursos petrolíferos do país — as maiores reservas comprovadas do mundo.

    Padrino López rejeitou a justificativa americana de combate ao narcotráfico, afirmando que o verdadeiro objetivo é impor uma mudança de regime e submeter a Venezuela ao “imperialismo norte-americano“.

    Ele apelou à unidade cívico-militar, invocando o legado de Simón Bolívar, e anunciou a mobilização total das Forças Armadas Bolivarianas, com desdobramento de meios terrestres, aéreos, navais e de mísseis para defesa integral do território.

    O governo de Maduro decretou estado de “comoção exterior” em todo o país, com base na Constituição venezuelana e leis de segurança nacional, e pediu calma à população para evitar o pânico.

    A vice-presidente Delcy Rodríguez exigiu “prova de vida” imediata de Maduro e sua esposa, enquanto o chanceler solicitou uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU.

    Os dois foram retirados do país, conforme declaração de Trump em sua rede social Truth Social, onde classificou a ação como um sucesso coordenado com autoridades de aplicação da lei americana.

    A operação, que incluiu ataques aéreos com mísseis e helicópteros de combate, atingiu alvos militares e civis em Caracas — incluindo o complexo de Fuerte Tiuna, a base aérea de La Carlota e o porto de La Guaira —, além dos estados de Miranda e Aragua.

    Explosões foram relatadas nas primeiras horas do dia, causando incêndios visíveis e interrupções de energia em partes da capital.

    Fontes americanas indicam que a elite Delta Force participou da captura de Maduro, que enfrenta acusações de narcoterrorismo nos EUA desde 2020, incluindo conspiração para importar cocaína e posse de armas.

    A operação marca a maior intervenção militar direta dos EUA na América Latina desde a invasão do Panamá em 1989.

    Reações internacionais foram imediatas: aliados como Rússia, Irã e Cuba condenaram a ação como violação da soberania; vizinhos como Colômbia e México expressaram preocupação com instabilidade regional.

    A situação em Caracas permanece tensa, com incertezas sobre a sucessão de poder e possíveis respostas das forças leais ao chavismo. Trump está neste momento dando detalhes em coletiva iniciada às 11h (horário de Washington).

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



    SIGA NAS REDES SOCIAIS




    Compartilhe via botões abaixo:

    🗣️💬

    Discover more from

    Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.

    Continue reading