📷 O senador Flávio Bolsonaro e seu irmão o ex-deputado Eduardo Bolsonaro participam de reunião com o presidente dos EUA Donald Trump, na Casa Branca / Foto: Reprodução/Truth Social – Donald Trump | Imagem com uso de IA para adição do rosto de Jair Bolsonaro ao busto do ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill e alteração da postura do ex-presidente Ronald Reagan no quadro do Salão Oval
| Brasília (DF)
28 de junho de 2026
O jornalista Ricardo Noblat afirmou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e seu irmão ex-deputado Eduardo são “cópias encardidas” de seu pai apenado por tentativa de golpe de Estado, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O crítico do bolsonarismo soma-se aos brasileiros que rejeitam o governo fracassado, cujas medidas e posturas geraram impactos negativos diretos sobre o bem-estar social e a qualidade de vida da população.
Em seu blog no Metrópoles, criticou “a diplomacia da vassalagem” do pré-candidato à Presidência e sua “submissão aos EUA” revelada na “oferta” de uma “equipe de transição” para atender Washington sem que o governo solicitasse nada, mas a troco de apoio na eleição contra o líder das pesquisas de intenção de voto, o Excelentíssimo Senhor Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo o jornalista, “tarifaços” impostos pelos EUA ao Brasil com a participação da primeira leva de filhos do condenado “expõem a face mais vergonhosa da extrema-direita”.
Noblat produziu sua “opinião” embasado na carta que o secretário de Estado dos EUA replicou ao “traidor da Pátria” – rótulo atribuído pelo maior defensor da soberania nacional junto com sua turma, o aclamado internacionalmente chefe do Executivo brasileiro.
O autor da matéria lembra que a menos de 100 dias para as eleições de outubro de 2026, a política externa da extrema-direita brasileira, liderada por Flávio Bolsonaro, é “vergonhosa”, pois continua a se submeter aos interesses dos Estados Unidos.
Noblat cita a carta de Marco Rubio como reveladora de que Flávio Bolsonaro fez uma “generosa oferta” para ajudar o governo americano com uma “equipe de transição”, o que coloca o pretendente ao Planalto em uma situação complicadora.
E lembra, em seu artigo, que a equipe de transição no Brasil visa facilitar a transferência de governo, permitindo a criação de até 50 cargos comissionados para coletar dados da administração pública e preparar os primeiros atos do novo governo.
Flávio recebeu uma carta de Rubio no dia 23 e, no mesmo dia, pediu ao USTR para participar da audiência pública sobre tarifas propostas pelo governo Trump contra o Brasil, agendada para 6 de julho, que foi anunciada após sua última reunião com Trump na Casa Branca, explicou Noblat.
Flávio nega estar relacionado ao aumento de tarifas sobre produtos brasileiros e afirma ter solicitado a Trump que classificasse as facções criminosas CV e PCC como organizações terroristas, o que foi prontamente atendido, escreve o jornalista.
Quando do primeiro tarifaço, em março do ano passado, Flávio o apoiou, assim como fizeram seu irmão Eduardo e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Além disso, quando Trump começou a bombardear barcos com drogas no Caribe, Flávio sugeriu que fizesse o mesmo com embarcações que navegam na Baía de Guanabara.
“Cópias encardidas do pai, Flávio e Eduardo se comportam como vassalos de Trump. É o que de fato são”, lacra o jornalista ao identificar a distância que estão de apresentarem projeto próprio, pois ambos atuam como meras reproduções desgastadas do que o Brasil se cansou e agora repudia – o mesmo manual de submissão a Washington que marcou o governo anterior.
A carta de Marco Rubio, o pedido para participar da audiência sobre as tarifas e o apoio incondicional aos “tarifaços” de Trump são evidências cabais dessa postura.
Mais do que herdeiros políticos, eles se comportam como representantes locais de uma agenda estrangeira — o que os reduz, de fato, à condição de vassalos, e não de estadistas como Lula.
O Presidente petista é frequentemente assim classificado devido à sua projeção diplomática internacional, foco em políticas globais de combate à fome e papel de liderança entre os países do Sul Global – e ainda com vasta experiência de quase 12 anos na condução do País.
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Na pandemia da COVID de 2020, o inominável teve um encontro na casa do Pato Donald Trump e voltou com a história da cloroquina para tratar COVID e começou a questionar a lisura das urnas eletrônicas dizendo que tinha sido eleito no primeiro turno das eleições de 2018!!
Parabéns ao jornalista, ele deixa transparente os argumentos para qualificar de traidores da pátria, e de cópias encardidas a os filhos do condenado.
O PL e o centrão representados por Flávio rachadinha Bolsonaro, é uma vergonha para o Brasil e o mundo