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Vai pra CUBA! – CHINA usa antiviral da ilha COMUNISTA de Fidel e Guevara no combate ao CORONAVÍRUS

    Em 5 de fevereiro de 2020, às 17h315, uma matéria endossada por Marisela Jimenez sob o título “Antiviral cubano combate coronavírus na China” foi publicada no site DirectorioCubano e reproduzida aqui no Et Urbs Magna. Contudo, somente agora, mais de um mês depois, neste momento em que se perguntam se Cuba criou mesmo uma vacina, a notícia é disseminada com outro olhar. Leia abaixo a transcrição do post:

    Um antiviral de origem cubana, o chamado Interferón alfa 2B recombinante (IFNrec), um dos principais produtos de biotecnologia da ilha, é um dos medicamentos utilizados pelos médicos chineses nos tratamentos aplicados aos pacientes da epidemia de coronavírus 2019-nCoV, especialmente na cidade de Wuhan, a mais afetada no país asiático.

    Desde o último dia 25 do mês passado, a planta chino-cubana ChangHeber, vem sendo produzida na cidade de Changchun, província de Jilin.

    O medicamento é um dos cerca de 30 escolhidos pela Comissão Nacional de Saúde por seu potencial para curar a condição respiratória, disse o embaixador cubano na China, Carlos Miguel Pereira.

    O IFNrec é aplicado contra infecções virais causadas pelo HIV, papilomatose respiratória recorrente causada por papilomavírus humano, condiloma acumulado e hepatite tipos B e C. Também é eficaz em terapias contra diferentes tipos de câncer.

    A empresa ChangHeber, juntamente com a Biotech e a Changchun Heber Biological Technology, são o resultado da cooperação de Cuba e China na biotecnologia, um setor com amplas perspectivas para a implementação de projetos conjuntos.

    A China luta incansavelmente contra o coronavírus 2019-nCoV e sua consequente pneumonia, já que abrange todo o seu território e já matou mais de 500, com 25.000 infectados.

    O país foi forçado a decretar a emergência máxima em 31 de suas 34 administrações.

    A complexidade da situação epidemiológica levou a Organização Mundial da Saúde a declarar há uma semana a emergência internacional, com a preocupação de que ela se espalhe para países com sistemas de saúde fracos, como África e América Latina.

    Na ausência de uma vacina eficaz (ela ainda está trabalhando nela), ela aplica aos pacientes uma combinação de antivirais com produtos da medicina tradicional chinesa, medicamentos e equipamentos ocidentais, como respiradores, filtros de sangue e pulmões artificiais.

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