Vitor Simonin, 18, é filho de subsecretário exonerado do governo do Rio que foi denunciado por mulher por ameaça após ela comentar sobre o caso nas redes, entrega o g1 – Leia tudo o que já foi publicado sobre isso
Brasília (DF) · 10 de março de 2026
O caso chocante de estupro coletivo em Copacabana ganhou novos contornos com a entrega de Vitor Hugo Oliveira Simonin, que chegou à delegacia vestindo uma camiseta com a frase Regret Nothing (“Não se arrependa de nada”, em tradução livre), expressão associada a discursos misóginos e ao influenciador Andrew Tate.
Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, filho do ex-subsecretário estadual José Carlos Costa Simonin, se apresentou na 12ª DP (Copacabana) na quarta-feira (4/mar), acompanhado de advogado.
Ele era o terceiro foragido no inquérito que apura o estupro de uma adolescente de 17 anos, ocorrido em 31 de janeiro em um apartamento familiar na Zona Sul do Rio de Janeiro.
Os outros réus — Matheus Veríssimo Zoel Martins e João Gabriel Xavier Bertho, ambos de 19 anos — já haviam se apresentado na terça-feira (3/mar), enquanto Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18 anos, também se entregou no mesmo dia.
A vítima relatou à polícia ter sido convidada por um amigo para o local, onde foi mantida contra a vontade, sofrendo violência sexual por cinco homens (incluindo um menor de idade, já apreendido).
A família da jovem descreveu marcas graves no corpo dela ao retornar para casa, com a mãe afirmando em reportagem: “Nunca tinha visto marcas daquele tipo”.
José Carlos Costa Simonin, pai de Vitor Hugo, foi exonerado do cargo de subsecretário de Governança, Compliance e Gestão Administrativa da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do governo Cláudio Castro (PL) na terça-feira (3/mar), medida justificada como preservação da integridade institucional, segundo o g1.
A frase na camiseta de Vitor Hugo gerou indignação nas redes e na imprensa, sendo interpretada como falta de remorso e ligada à “machosfera” — comunidades online misóginas.
A defesa do jovem, representada pelo advogado Ângelo Máximo, nega qualquer participação no crime e afirma que a inocência será provada, conforme apurou a Folha de S.Paulo.
Outras denúncias emergiram: uma jovem de 18 anos acusa Vitor Hugo de estupro em outubro de 2025, em uma festa escolar, alegando que ele era conhecido no Colégio Pedro II (onde estudava) como “estuprador em potencial” por assédios recorrentes.
Duas ex-colegas relataram toques indesejados e intimidações, relataram Folha de S.Paulo e VEJA.
O Colégio Pedro II enfrenta críticas por não implementar plano contra assédio.
Em desdobramento recente, José Carlos Costa Simonin foi denunciado por ameaça: uma atriz e roteirista registrou queixa após ele responder agressivamente a um comentário dela sobre o caso nas redes, chamando o advogado da vítima de “vagabundo“, conforme mostrou o g1.
Os quatro réus maiores de idade encontram-se no Presídio José Frederico Marques, em Benfica, à disposição da Justiça.
As investigações prosseguem com agravantes de vítima menor e cárcere privado.
A família da vítima principal detalhou em entrevista ao Fantástico as marcas físicas graves e o trauma, reforçando a gravidade do caso.
Não há novas prisões ou decisões judiciais reportadas nas últimas horas, mas o inquérito avança com análise de provas digitais e depoimentos adicionais.

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Geeeente, coloca esses imbecis numa cela comum por uma semana, pra eles aprenderem o que é cárcere e violência sexual.
Eu garanto que aprendem rapidinho, e aí, eu quero ver se eles se arrependem ou não do que fizeram. 🤔🤔🤔