Vacina da Rússia contra o coronavírus foi declarada eficaz por seu Ministério da Defesa há 11 dias

01/08/2020 0 Por Redação Urbs Magna

Testes foram realizados com pacientes voluntários há quase dois meses e, no final de julho, foi confirmado que todos os voluntários desenvolveram imunidade e sentiam-se bem, sem efeitos colaterais

Atualizado em 02/08/2020 (17:23GMT)

A vacina contra o novo coronavírus, que a imprensa mundial está divulgando neste sábado (01), foi declarada como eficaz pelo Ministério da Defesa da Federação Russa há 11 dias, em 21 de julho, após testes promissores um mês antes, no final de junho.

Na ocasião, os jornais do país governado por Vladimir Putin publicaram sobre o assunto destacando que a primeira vacina da Rússia contra o coronavírus foi desenvolvida com a participação de militares e já estava pronta, de acordo com declarações de Ruslan Tsalikov, Primeiro Vice-Ministro da Defesa.

Os testes foram realizados pelo Ministério da Defesa em conjunto com o Centro Nacional Gamaleya de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia. De acordo com publicação no “Krasnaya Zvezda”, um dos pacientes portador do coronavírus que foi voluntário disse que sentia-se bem e sem sintomas, com a temperatura normal de 36,6º e que a dor de cabeça havia passado.

Tsalikov afirmou que a avaliação dos resultados dos testes realizados por um grupo conjunto de especialistas militares e funcionários do Gamaleya foi positiva, com todos os voluntários desenvolvendo imunidade ao covid-19 e sentindo-se bem, sem efeitos colaterais.

As autoridades da Rússia afirmaram que a descoberta da vacina causou uma demanda já esperada, “muito além das fronteiras da Federação Russa já existem países que estão prontos para comprar o remédio“.

O Ministério da Saúde russo planeja iniciar a vacinação em massa em outubro. Profissionais de saúde e professores serão vacinados primeiro, disse o ministro da Saúde, Mikhail Murashko, neste sábado (01):

“Depois de receber a autorização de introdução no mercado, as vacinas começarão a ser usadas e haverá uma observação paralela à vacinação de grupos especiais, antes de tudo, médicos e professores”.

“Agora, um pacote de documentos está sendo preparado para o procedimento de registro”, acrescentou.

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A informação foi divulgada pela agência de notícias russa RBC, bem como em outras mídias do país.

Fora dos limites da Rússia as notícias sobre o assunto circulam como resultados positivos que apenas foram considerados no país de Putin não havendo, até o momento, publicações científicas na comunidade internacional sobre a vacina.

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