“… não se envergonha de viver às expensas do nosso dinheiro, depois de ter criado 33 milhões de pobres e mais de cem mil com insuficiência alimentar“, afirmou o teólogo
Leonardo Boff voltou a pedir, em rede social, a prisão do ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro (PL), a quem o teólogo culpa por ‘desgraçar’ o País e não ter “um mínimo de vergonha” por jamais ter feito nada, nem como Presidente e tampouco durante os quase trinta anos que atuou como deputado federal.
“Bolsonaro deveria ter um mínimo de vergonha. Como deputado nunca fez nada. Presidente, só desgraçou este País. E agora, não se envergonha de viver às expensas do nosso dinheiro, depois de ter criado 33 milhões de pobres e mais de cem mil com insuficiência alimentar. Urge extraditá-lo“, afirmou o religioso, em seu perfil no microblog Twitter, às 23h25 de domingo (26/2).
Somente nesta data, Boff produziu três tuítes sobre o tema. Durante a manhã de domingo, o teólogo postou outras duas mensagens com intervalo aproximado de 30 minutos. Na segunda publicação, feita às 07h23, ele disse que Bolsonaro é “criminoso” e que ele tem que ser “extraditado” dos EUA.
“Não é possível nem ético que o Brasil banque a vida de um presidente fujão, criminoso indiscutível e até genocida, se pensarmos no que fez com os Yanomami, com nosso dinheiro, tirado da boca dos famintos. Ele tem que ser extraditado e pagar pela devastação que praticou no país“, disse Leonardo Boff.
Pouco antes, às 06h55, Boff disse que “se queremos extirpar o ódio no Brasil, devemos cortar primeiro suas raízes na pessoa de Bolsonaro“, a quem o teólogo se referiu como “homem do mal” que “deve ser preso” nos EUA, “extraditado” para o Brasil “e condenado”, o que aconteceria possivelmente por meio de decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).
“O ministro Moraes não pode tergiversar nisso. Pelo bem do Brasil“, escreveu o religioso.
