Ministro da Corte argumentou sobre o “legítimo exercício de crítica, ainda que ácida e dura“
O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Paulo de Tarso Sanseverino, decidiu, nesta quarta-feira (28/9), que a campanha de LULA pode continuar usando uma propaganda que chama o presidente Jair Bolsonaro (PL) de “tchutchuca” e “mau militar“. O partido do ocupante do Planalto entrou com ação para tirar o vídeo do ar, mas o magistrado decidiu positivamente sobre o “legítimo exercício de crítica, ainda que ácida e dura“.
O apelido ‘colou’ em Bolsonaro após o presidente ter sido afrontado pelo youtuber Wilker Leão. Ele fazia perguntas e provocava o chefe do Executivo, quando foi empurrado por alguém e derrubado no chão. Então Leão se levantou e iniciou as ofensas, chamando Bolsonaro de “vagabundo”, “safado”, “covarde” e “tchutchuca do Centrão”.
Bolsonaro perdeu a paciência e partiu pra cima do youtuber, puxando-o pela de gola de sua camisa e seu braço, na tentativa de tomar seu smarthphone, com o qual registrava a cena.
Relembre no vídeo creditado ao g1:
Depois do episódio, que viralizou em todo o mundo, a palavra “tchutchuca” foi adicionada pelo The New York Times ao ‘NYT_first_said’ – uma base de dados com todas as expressões usadas pelo jornal americano.
