Na sequência, o republicano, que toma posse no dia 20, imporá sanções a negócios brasileiros e, de modo mais radical, solicitará o congelamento de contas e ativos no exterior de autoridades nacionais – SAIBA MAIS
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O ex-presidente que em 2022 se tornou o primeiro chefe de Executivo federal ao não conseguir se reeleger para o cargo, o hoje inelegível até 2030, Jair Bolsonaro (PL), foi indiciado em três inquéritos, está impedido de viajar ao exterior e tem como destino a provável prisão em um futuro próximo, mas, mesmo assim, aliados creem que o presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, o ajudará a escapar.

Trump, em seu primeiro mandato, recebeu o então presidente Bolsonaro na Casa Branca, em março de 2019 – imagem reprodução
Com destino incerto nas mãos do STF (Supremo Tribunal Federal), que foi alvo de ataques durante seu mandato, o ex-presidente enfrenta um cerco cada vez maior, enquanto aliados seguem acreditando que o republicano conseguirá conter a Justiça brasileira e “encerrar os processos criminais que tramitam contra Bolsonaro, e aprovar no Congresso uma anistia que permitiria ao ex-presidente disputar as eleições de 2026“, dia matéria na Veja.
Trump tomará posse no dia 20, após derrotar Joe Biden, mesmo com o currículo de investigações que ameaçaram sua carreira política. O magnata prometeu anistia aos que invadiram o Capitólio, endureceu regras migratórias e levou para seu governo Elon Musk, que teve conflitos com o ministro Alexandre de Moraes, mas acabou multado por não seguir ordens da Corte. Por isso, aliados de Bolsonaro acreditam que a reviravolta nos EUA pode se repetir no Brasil.
Segundo a matéria, Trump deu garantia da interferência americana na política brasileira, que ocorreria primeiro cancelando os vistos dos onze ministros do STF, conforme informações de um assessor de Bolsonaro, sob o argumento de que eles estariam colaborando para a desordem democrática. Na sequência, Trump imporia sanções a negócios brasileiros e, de modo mais radical, solicitaria o congelamento de contas e ativos que autoridades nacionais porventura mantenham no exterior.
Apesar das informações da publicação, o autor afirma que não se pode descartar a hipótese de que Trump estivesse apenas fazendo mais uma de suas bravatas. E isto fica um pouco claro no modo como a jornalista disponibiliza as palavras de seu texto, o que faz com que alguns leitores acreditem na possibilidade da inexistência das fontes citadas.
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