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    Trump avisa que “não restará nada” do Irã se não fechar acordo urgente

    Teerã acusa armadilha israelense e promete alto custo à escalada, reacendendo temores de instabilidade no Oriente Médio

    Trump e Mojtaba Khamenei - tensão entre EUA e Irã

    Mojtaba Khamenei – Líder Supremo do Irã / Foto: Wikimedia | Donald Trump – presidente dos EUA / Foto: Rebecca Noble / Getty Images

    RESUMO
    URBS MAGNA

    | Brasília (DF)
    18 de maio de 2026, 01h13

    O presidente Donald Trump retomou neste domingo (17/mai) a pressão máxima sobre o Irã. Em postagem no Truth Social, ele escreveu que “o relógio está correndo” e que o país “melhor se mover, RÁPIDO, ou não restará nada deles”.

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    A declaração ocorreu após reunião de segurança nacional e reforça o impasse nas negociações mediadas pelo Paquistão para encerrar o conflito iniciado em 28 de fevereiro.

    A CNN confirmou que Trump se reuniu com o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio, o diretor da CIA John Ratcliffe e o enviado especial Steve Witkoff para discutir o caminho à frente na guerra com o Irã.

    O presidente americano exige garantias concretas de desmantelamento do programa nuclear iraniano e reabertura total do Estreito de Ormuz, enquanto Teerã cobra o fim do bloqueio naval e a liberação de ativos congelados.

    Em resposta direta às novas ameaças, o conselheiro sênior do Líder iraniano e membro do Conselho de Discernimento, Ali Akbar Velayati, publicou no X que os EUA estão caindo em uma “armadilha estratégica” armada por Israel.

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    A Mehr News Agency repercutiu o texto de Velayati: “Cair neste poço com a corda de Israel carrega um alto preço” e previu que “em breve Washington terá de procurar com uma lanterna os restos de sua credibilidade no Oeste Asiático”.

    A retórica atual repete o padrão de abril, quando Trump chegou a falar em “civilização que morre” – frase que parlamentares democratas americanos classificaram como genocida.

    A diferença é o timing: as negociações mediadas pelo Paquistão seguem emperradas, o bloqueio naval americano continua e o preço do petróleo já supera US$ 107 o barril, ameaçando a estabilidade econômica global.

    A escalada verbal coloca em xeque o equilíbrio entre segurança e justiça internacional, especialmente quando o Oriente Médio ainda convive com as cicatrizes do conflito de 70 dias.

    A Mehr News Agency reforça que Teerã mantém “plena prontidão” para defender sua soberania, enquanto Washington oscila entre diplomacia e ameaça militar.

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    FAQ Rápido

    1. O que exatamente Trump disse neste domingo (17/mai)?
    Ele publicou: “Para o Irã, o tempo está correndo e eles é melhor que se movam RÁPIDO, ou não restará nada deles. O TEMPO É ESSENCIAL!”

    2. Qual foi a resposta imediata do Irã?
    O conselheiro Ali Akbar Velayati acusou Israel de armar uma “armadilha estratégica” e avisou que Washington pagará “alto preço” pela escalada.

    3. Qual o risco real de nova guerra?
    O Pentágono já prepara planos de ataque a infraestruturas energéticas iranianas; o bloqueio naval segue ativo e as conversas mediadas pelo Paquistão estão paralisadas, o que pode reacender o conflito a qualquer momento.

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