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“Feliz Natal a todos, incluindo os terroristas mortos”, diz Trump na ‘noite feliz (25)’ sobre o “preço terrível a pagar” pelo ISIS na Nigéria

    • Declaração ocorreu ao anunciar “ataque poderoso e mortal contra a escória terrorista”;
    • Presidente dos EUA disse que “já havia avisado a esses terroristas que, se não parassem com o massacre de cristãos, haveria um preço terrível a pagar, e esta noite, houve” – ENTENDA

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    O presidente
    O presidente dos EUA, Donald Trump, participa de ligações telefônicas do NORAD para rastrear o Papai Noel, no clube Mar-a-Lago em Palm Beach, Flórida, na véspera de Natal |24.12.2025| Foto: Andrew Caballero-Reynolds/AFP via Getty Images


    Washington, D.C., 26 de dezembro 2025

    Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, surpreendeu o mundo ao anunciar, em pleno Natal de 25 de dezembro, momento de paz e comemorações que remetem às canções sobre uma “noite feliz“, a realização de ataques aéreos contra militantes do Estado Islâmico (ISIS) no noroeste da Nigéria.

    A declaração veio diretamente do líder americano em uma postagem na rede social Truth Social, plataforma que ele próprio criou, misturando saudações festivas com um tom firme contra o terrorismo.

    Trump destacou a operação como resposta a supostos massacres contra comunidades cristãs na região:

    “Esta noite, sob minha direção como Comandante-em-Chefe, os Estados Unidos lançaram um ataque poderoso e mortal contra a Escória Terrorista do ISIS no noroeste da Nigéria, que tem visado e assassinado brutalmente, principalmente, cristãos inocentes, em níveis não vistos há muitos anos, e até séculos! Eu já havia avisado a esses Terroristas que, se não parassem com o massacre de cristãos, haveria um preço terrível a pagar, e esta noite, houve. O Departamento de Guerra executou vários ataques perfeitos, como apenas os Estados Unidos são capazes de fazer. Sob minha liderança, nosso País não permitirá que o Terrorismo Islâmico Radical prospere. Que Deus Abençoe nossos Militares, e FELIZ NATAL a todos, incluindo os terroristas mortos, dos quais haverá muitos mais se o massacre de cristãos continuar.

    DONALD J. TRUMP PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA”


    A ação militar, confirmada pelo Comando Africano das forças armadas americanas, ocorreu no estado de Sokoto, em coordenação com autoridades nigerianas, resultando na morte de vários combatentes do ISIS, embora o número exato de baixas não tenha sido divulgado imediatamente, conforme a Reuters.

    De acordo com relatos, o ataque foi aprovado pelo governo da Nigéria e visava alvos específicos ligados ao grupo extremista, que tem intensificado ações contra minorias religiosas no país africano.

    Essa operação marca um momento raro de intervenção direta dos EUA na África Ocidental, ecoando advertências prévias de Trump sobre a necessidade de proteger cristãos perseguidos.

    Fontes americanas detalham que o bombardeio aconteceu na noite de 25 de dezembro de 2025, alinhando-se a uma estratégia mais agressiva contra o terrorismo global sob a administração Trump.

    O The New York Times revela que a ordem partiu de uma diretiva do Departamento de Defesa emitida no mês anterior, preparando intervenções militares para conter ameaças em Nigéria – um elemento exclusivo que destaca o planejamento antecipado da operação.

    Já o The Intercept enfatiza o contexto de “guerra ao Natal“, com Trump vinculando os strikes a uma onda de ataques contra cristãos, alertando para mais ações se as perseguições persistirem, adicionando uma camada de retórica religiosa à narrativa oficial.

    Em meio ao anúncio, o The Washington Post reporta que a ofensiva foi executada com aprovação nigeriana, mas sem detalhes sobre baixas civis, levantando questões sobre o impacto humanitário – um aspecto único que diferencia essa cobertura ao focar em potenciais implicações éticas.

    Vídeos e imagens circulando em plataformas como o YouTube mostram supostas cenas dos bombardeios, ilustrando a intensidade da operação em tempo real, embora sem confirmação oficial de vítimas.

    O NewsNation, por sua vez, destaca a conexão com ataques a cristãos, reforçando a mensagem de Trump sobre proteção a minorias religiosas.

    A iniciativa reflete a política externa de Trump, que tem priorizado combates diretos ao ISIS em diversas frentes.

    Analistas apontam que a ação pode fortalecer alianças com governos africanos, mas também arrisca escaladas em regiões voláteis.

    Até o momento, não há reações oficiais de líderes internacionais, mas o anúncio já gera debates sobre soberania e combate ao extremismo.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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