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Apoiadores de Trump queimam bonés M.A.G.A. em protesto ao silêncio sobre caso Epstein

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    Bonés M.A.G.A
    Bonés M.A.G.A são incendiados por apoiadores do presidente dos EUA, Donald Trump | Imagem reprodução


    Falta de transparência no escândalo sobre a rede de tráfico sexual de menores assombra a elite política e financeira, incluindo ex-associados do presidente dos EUA, que teve conexões com Epstein usadas politicamente contra seu governo. Jeffrey Epstein morreu deixando perguntas sem resposta

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    Apoiadores de Donald Trump estão queimando bonés MAGA em protesto contra o suposto encobrimento do caso Jeffrey Epstein, após o Departamento de Justiça negar a existência de uma “lista de clientes”. O movimento, registrado em vídeos nas redes sociais, expõe rachas no trumpismo e ecoa no Brasil, onde progressistas comparam a desilusão com promessas populistas às divisões do bolsonarismo. Entenda as causas e implicações desse fenômeno.



    Brasília, 13 de julho de 2025

    No sábado (13/jul), um movimento inesperado ganhou força entre ex-apoiadores do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump: a queima de bonés e outros itens do movimento MAGA (Make America Great Again).

    A ação se deve à indignação de parte da base trumpista com a postura da administração atual frente ao caso Jeffrey Epstein, acusado de operar uma rede de tráfico sexual de menores.

    O Departamento de Justiça (DOJ) e o FBI, sob a gestão de Trump, declararam que não há evidências de uma “lista de clientes” mantida por Epstein, frustrando expectativas de revelações bombásticas sobre figuras poderosas.

    Essa decisão gerou revolta, levando apoiadores a queimarem símbolos do movimento em protesto contra o que chamam de “encobrimento”.

    O caso Epstein, que há anos alimenta teorias conspiratórias, tornou-se um ponto de tensão para a base de Trump. Durante a campanha de 2024, o presidente prometeu transparência total, com a procuradora-geral Pam Bondi afirmando em fevereiro que uma suposta lista de clientes estava “sobre sua mesa”.

    No entanto, a recente divulgação de documentos, que continham apenas informações já públicas, e a declaração de que não haveria mais revelações, desiludiram muitos.

    Influenciadores conservadores, como Laura Loomer e Tucker Carlson, criticaram Bondi, acusando-a de mentir e encobrir crimes graves.

    Em redes sociais, usuários expressaram sua frustração, com postagens destacando a queima de bonés M.A.G.A como símbolo de revolta contra o “acobertamento” do caso Epstein.

    “Veja como apoiadores indignados de Trump recorrem às redes sociais, queimando bonés, bandeiras, camisetas e outros itens do MAGA. A reação negativa surge após uma longa publicação do presidente Donald Trump no Truth Social, na qual ele minimizou o caso Jeffrey Epstein, afirmando que o país “não deveria perder tempo e energia” com isso e chamando Epstein de “alguém com quem ninguém se importa”. Ele também declarou: “Deixem a Procuradora-Geral dos EUA, Pam Bondi, fazer o seu trabalho”. Os comentários geraram revolta entre milhões de americanos e outras pessoas em todo o mundo que ainda exigem a verdade sobre a morte de Epstein e o conteúdo dos arquivos sigilosos”.

    O caso Jeffrey Epstein é um escândalo que envolve acusações de tráfico sexual e abuso de menores, afetando figuras poderosas, incluindo políticos e celebridades. Epstein, um financista com conexões de alto nível, foi acusado de liderar uma rede de exploração sexual de meninas adolescentes.

    Conexão com o Governo Trump

    Donald Trump conhecia Epstein desde os anos 1990 e frequentou algumas de suas festas, mas afirmou ter cortado laços anos antes das acusações graves.

    Em 2019, Epstein foi preso novamente sob novas acusações de tráfico sexual, mas morreu na prisão em circunstâncias suspeitas (oficialmente suicídio).

    O caso ganhou atenção renovada em 2024-2025 devido a processos judiciais envolvendo associados de Epstein, como Ghislaine Maxwell, e alegações sobre clientes poderosos.

    Impacto no Governo Trump

    Opositores de Trump tentaram vincular seu governo ao caso, destacando suas antigas associações com Epstein.

    Nenhuma evidência direta ligou Trump a crimes de Epstein, mas a proximidade gerou críticas políticas.

    A morte de Epstein alimentou teorias de conspiração sobre um possível acobertamento envolvendo figuras influentes.



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