📷 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump [AI-generated image] escreveu em sua rede social TRUTH SOCIAL, na noite de sábado (27/jun), que a República do Irã será totalmente destruída | Print de imagem mostra texto do republicano
| Washington (US)
27 de junho de 2026
O presidente Donald Trump voltou a elevar o tom contra o Irã na noite deste sábado (27/jun).
Em uma publicação em sua plataforma, Truth Social, o mandatário americano anunciou que aeronaves dos Estados Unidos realizaram ataques contra depósitos de mísseis e drones iranianos, além de estações de radar costeiras.
A justificativa foi a acusação de que Teerã teria violado o acordo de cessar-fogo mais uma vez.
A ameaça de extermínio
A escalada retórica, no entanto, foi além do anúncio dos bombardeios. Trump concluiu sua mensagem com uma ameaça direta e sem precedentes: “Pode chegar um momento em que não seremos mais capazes de ser razoáveis e seremos forçados a concluir militarmente o trabalho que começamos com tanto sucesso. Se isso acontecer, a República Islâmica do Irã deixará de existir!”
A declaração, publicada por volta das 21h13 (horário de Brasília), gerou imediata repercussão na imprensa internacional. O Raw Story classificou o tom como “uma ameaça severa” , enquanto o Republic World destacou que Trump alertou que Teerã “pode deixar de existir”.
Os ataques: confirmação do CENTCOM
O Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) confirmou os ataques em suas redes sociais . Segundo a nota, as forças americanas atingiram quatro alvos ao longo da costa iraniana que faz fronteira com o Estreito de Hormuz e a Ilha de Qeshm.
A operação contou com seis aeronaves dos EUA e foi descrita como uma “resposta poderosa” ao ataque de quinta-feira (25/jun) a um navio de bandeira de Singapura.
O CENTCOM justificou a ação como resposta ao que chamou de “comportamento perigoso” do Irã, que ameaça a liberdade de navegação no Estreito de Hormuz.
A passagem pelo estreito, que antes da guerra transportava cerca de 20% do petróleo e gás natural liquefeito do mundo , é um ponto estratégico fundamental para a economia global.
A cronologia do conflito
Os ataques de sexta-feira (26/jun) ocorrem em um momento de extrema fragilidade do cessar-fogo. Na quinta-feira (25/jun), segundo Trump, o Irã lançou pelo menos quatro drones kamikazes contra navios comerciais.
As forças americanas interceptaram três, mas um deles atingiu um navio de carga, causando danos materiais.
Horas antes dos ataques, Trump já havia denunciado a ação iraniana como uma “violação tola” do acordo de cessar-fogo.
O vice-presidente JD Vance também endureceu o discurso, afirmando que “a violência será respondida com violência”.
Do lado iraniano, Ebrahim Azizi, chefe da comissão de segurança nacional e política externa do parlamento, afirmou que Trump não tem “nenhum compromisso” com os princípios de negociação ou com o cessar-fogo . Azizi alertou que a “violação imprudente do cessar-fogo” levará a “recuo e arrependimento” por parte dos Estados Unidos.
A Guarda Revolucionária Iraniana também negou a existência de uma “linha de comunicação” no estreito, como havia sido noticiado por algumas agências.
O que está em jogo
A nova escalada coloca em xeque o memorando de entendimento assinado entre EUA e Irã em 18 de junho.
O acordo, que previa a reabertura do Estreito de Hormuz e a livre passagem de navios comerciais por 60 dias , já vinha sendo criticado por setores do próprio Partido Republicano.
A ameaça de Trump de “concluir militarmente o trabalho” sugere que a Casa Branca pode estar considerando uma operação de maior escala, possivelmente com o objetivo de desestabilizar ou derrubar o regime dos aiatolás.
A declaração de que a República Islâmica deixaria de existir ecoa promessas anteriores do presidente, mas nunca havia sido feita de forma tão explícita e em meio a uma troca de ataques.
O cenário é de elevada tensão. A comunidade internacional observa com apreensão, temendo que o conflito se expanda para além do estreito, envolvendo outros atores regionais e colocando em risco a estabilidade de todo o Oriente Médio.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou esperança de que o Estreito de Hormuz possa “retornar ao status quo anterior”, mas admitiu que o caminho é incerto.
Até o momento, não há confirmação oficial de baixas ou da extensão dos danos causados pelos ataques dos EUA no Irã.
O governo iraniano ainda não se pronunciou formalmente sobre a possibilidade de uma retaliação.
SIGA NAS REDES SOCIAIS

![]()
Compartilhe via botões abaixo:
Clique em “Gerar resumo” para extrair o texto do artigo e criar um resumo.

DONALD TRUMP É O SATANÁS NA TERRA, MENTIROSO, NÃO RESPEITA AS LEIS INTERNACIONAIS, NÃO CUMPRE OS ACORDOS QUE FAZ